Posted by Fernanda On
domingo, 24 de outubro de 2010
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El busto de Nefertiti ha recibido la visita de más de 1,2 millones de personas en el Neues Museum, de Berlín, desde su reapertura hace un año con la Reina del Nilo como máxima atracción y tras una costosa rehabilitación del edificio, que fue parcialmente destruido durante la Segunda Guerra Mundial.
Posted by Fernanda On
quarta-feira, 20 de outubro de 2010
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Quase 2.000 anos depois de um manto de cinza vulcânica ocultar a antiga cidade romana de Pompéia, ela se encontra frente a uma nova série de ameaças e possivelmente a seu desaparecimento definitivo. Anos de negligência, disputas políticas e a burocracia estão ameaçando roubar da Itália [para não dizer da humanidade] um de seus maiores tesouros históricos.
Posted by Fernanda On
terça-feira, 19 de outubro de 2010
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Os restos de um navio de guerra recentemente encontrado no Mar Mediterrâneo podem confirmar o local de uma grande batalha em que a antiga Roma derrotou Cartago.
Num bosque particular junto à mansão Kirklees, em Dewsbury, no condado britânico de Yorkshire, os visitantes deparam com um monumento alquebrado: protegida por um cercadinho de ferro, a lápide contém um epitáfio de causar taquicardia nos interessados:
"Aqui, sob esta pedra,/ Jaz Robert, barão de Huntingtun/ Nenhum arqueiro foi tão bom quanto ele/ Chamavam-no de Robin Hood/ Fora da lei como ele e seus homens/ A Inglaterra jamais verá outra vez"
Eis uma exposição que eu adoraria ver em terras brasilis. :)
De 21 de maio a 17 de outubro, o pavilhão número 12 da Casa de Campo de Madrid acolhe a exposição que reproduz de forma exata a câmara funerária de Tutankhamon, o famoso faraó egípcio.
Napoleón había abandonado Egipto con el sabor amargo de la derrota, pero incluso con parte de los tesoros en manos británicas, los objetivos científicos, que es la parte que nos interesa, se habían cumplido. Las tierras de los faraones, envueltas en capas y más capas de mitificaciones que habían deformado su verdadera historia, empezaban a ofrecer muestras materiales que podían ser estudiadas por los eruditos europeos. Eran los comienzos de la Egiptología científica, aunque no fueron del todo brillantes. En el Viejo Continente, los interesados en adquirir piezas comenzaron a mirar las tierras egipcias con ojos ávidos. ¿Pero era un simple interés por la venta de piezas para colecciones privadas? Ni mucho menos.