<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-3999956337848775236</id><updated>2012-03-23T05:02:53.244-07:00</updated><category term='31frames'/><category term='planeta'/><category term='wonderfulthings'/><category term='voxsideralis'/><title type='text'>Space One</title><subtitle type='html'></subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://spaceonne.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3999956337848775236/posts/default'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://spaceonne.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>Fernanda</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_yMn1j1_rNs4/TDTKfBv-WFI/AAAAAAAABdw/e-SI9f-H0UY/S220/AIbEiAIAAABDCPi20-ac143nTSILdmNhcmRfcGhvdG8qKDI1Njk4NzZjNmNlMmQ4NWE0ZmNlYjc3NTA1Nzk2ZWYxZmI0ZjdkYjUwAWbEQvrnV0HdQYW4vHnVKjs1KP2q.jpeg'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>21</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>25</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3999956337848775236.post-831874955520141548</id><published>2011-01-14T01:00:00.000-08:00</published><updated>2011-01-14T01:01:24.290-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='31frames'/><title type='text'>Fanedit</title><content type='html'>&lt;div style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img alt="Hosted by imgur.com" src="http://i.imgur.com/DOirV.jpg" /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;O Que é "Fanedit"?&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;Quantas vezes assistiu a um filme e pensou que ficaria muito melhor se cortasse esta ou outra cena? Ou se a cena fosse mais longa? Ou com os diálogos diferentes? Pois a revolução digital da Internet e DVDs permitiu que os fãs de cinema finalmente realizassem os seus sonhos, modificando os seus filmes favoritos, criando a sua versão pessoal, com diálogos, música e efeitos sonoros e especiais diferentes, e sobretudo alterando a estrutura narrativa da película, cortando períodos mortos, cenas de acção muito longas, diálogos e cenas ridiculas, etc! Finalmente era possível reduzir a presença de Jar Jar Binks ao mínimo possível! É esta arte que é conhecida por Fanedit, produzida por amantes do cinema que gastando horas, meses e anos das suas vidas, e com recurso a programas de edição sofisticados conseguem criar a versão do que acreditam "aquele" filme deveria ter sido. E como qualquer artista gostam de partilhar o seu trabalho, inspirando outros a seguir esse caminho. A Internet, principalmente desde 2004, revelou-se essencial para a divulgação entre os fãs. &lt;br /&gt;&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;Mas a tarefa tornou-se muito mais dificil quando a MPAA "castrou" o maior site sobre o assunto (motivo: o mesmo de sempre: MONEY!!!) que divulgava os links para os trabalhos destes editores (ver noticia &lt;a href="http://torrentfreak.com/mpaa-castrates-worlds-biggest-fanedit-movie-site-081123/"&gt;aqui&lt;/a&gt;.), que não pretendem lucro algum, apenas divertir-se e mostrar ao mundo o fruto do seu trabalho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Há alguns meses consegui asssitir a um fanedit do "Star Wars - Revenge of the Sith", e inspirado por ele comecei a trabalhar num novo projecto, editar um filme portguês, que revelarei quando o projecto estiver mais avançado*. Essencialmente vou mudar a banda sonora, alguns efeitos especiais novos, alterar a estrutura da história e mudar o ambiente da película.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Alguns dos fanedits mais conhecidos são: The Phantom Edit (uma edição do Episódio I, da saga Guerra das Estrelas, que aliás foi o "alvo" da primeira onda de edições), STAR WARS: EP IV 2004 Special edition REVISITED, Matrix Evolutions (uma readaptação de Matrix Reloaded e Revolutions), Memento Mori: Remixed by Jorge, Batman &amp;amp; Robin: De-Assified ( versão de Batman &amp;amp; Robin sem o rabo emborrachado de George Cloney), etc, etc...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;Listas de fanedits: &lt;a href="http://originaltrilogy.com/fan-edits/fan-project-list.cfm"&gt;AQUI&lt;/a&gt; e &lt;a href="http://digital-fanedits.com/index.php/Database/"&gt;AQUI&lt;/a&gt;.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Na Wikipedia (inglês): &lt;a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Fan_edit"&gt;AQUI&lt;/a&gt; e &lt;a href="http://fanedits.com/"&gt;AQUI&lt;/a&gt;.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://fanedit.org/"&gt;Fanedit.Org&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;Texto&amp;nbsp;originalmente&amp;nbsp;publicado em 2009 no &lt;a href="http://cine31.blogspot.com/2009/01/fan-edit.html"&gt;Cine31&lt;/a&gt;.&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;*NOTA: Em 2011 o meu projecto de fanedit continua quase na mesma: parado. Editei alguns minutos de filme e por enquanto o projecto está em &lt;i&gt;standby&lt;/i&gt;. É uma actividade que consome muito tempo, mas deve ser recompensador ver o filme como nós&amp;nbsp;queríamos!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3999956337848775236-831874955520141548?l=spaceonne.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://spaceonne.blogspot.com/feeds/831874955520141548/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://spaceonne.blogspot.com/2011/01/fanedit.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3999956337848775236/posts/default/831874955520141548'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3999956337848775236/posts/default/831874955520141548'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://spaceonne.blogspot.com/2011/01/fanedit.html' title='Fanedit'/><author><name>CINE31</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='25' src='http://2.bp.blogspot.com/-wxgg1mwD1Z8/Te9hm2RZInI/AAAAAAAAE60/qz-dco1HeoU/s220/c31banner6anivsquare04.png'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3999956337848775236.post-6217490641721350914</id><published>2010-12-06T05:40:00.000-08:00</published><updated>2010-12-06T05:50:44.885-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='voxsideralis'/><title type='text'>Ser protagonista</title><content type='html'>&lt;div&gt;&lt;em&gt;"A vida é uma peça de teatro que não permite ensaios... Por isso, cante, ria, dance, chore e viva intensamente cada momento de sua vida, antes que a cortina se feche e a peça termine sem aplausos..."&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;em&gt;Charles Chaplin&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_69bEZo_5ZXY/TPzphm_MSrI/AAAAAAAABAg/i9urx7tBHGo/s1600/protagonista.jpg"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 180px; FLOAT: left; HEIGHT: 200px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5547565604624157362" border="0" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_69bEZo_5ZXY/TPzphm_MSrI/AAAAAAAABAg/i9urx7tBHGo/s200/protagonista.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Uma vez fui interrogado:&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;em&gt;“Na sua vida, você está sendo um protagonista ou... expectador?"&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Com certeza uma pergunta bem interessante, nos levando a refletir sobre: a capacidade do ser humano de poder traçar o próprio destino. Sim, isso mesmo... Sem essa de já existir um caminho pré-definido, ou o que aquela cartomante leu na palma da sua mão...&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Mas, ser protagonista na vida real não é para qualquer um... - diferente de um filme, aonde o enredo já vem elaborado, e as cenas ensaiadas – no mundo em que vivemos estamos lidando com pessoas, almas passivas de emoções. É aí que reside o maior desafio do protagonista:&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Fazer as coisas fluírem, influenciar os acontecimentos à sua volta sem, contudo, afetar frontalmente os “figurantes” do filme da vida. E, tais “figurantes” não são meros atores ou dublês de corpo... São pessoas ligadas ao nosso mundo íntimo e pessoal... Elas estão conosco no nosso dia-a-dia... São nossos filhos, o conjugue, nossos amigos... O chefe da empresa... Uma rede infindável que entrelaça o maravilhoso filme da vida.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Sim, ser protagonista é, acima de tudo, ter a capacidade de alçar vôos altos, porém, silenciosos, de forma a contemplar, lá de cima, o desenvolvimento do cenário.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Assim como um filme, o protagonista tem que ter o charme, o porte e a simpatia que influenciarão no enredo da história, passando credibilidade e carisma ao expectador. E ter essa capacidade, na vida real, é um privilégio àqueles que acreditam na construção da própria história, influenciando assim a mudanças na vida e na personalidade das pessoas, contanto que tais mudanças possam ser positivas e construtivas.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;E, falando no expectador...&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Ele se levanta, pega sempre o mesmo caminho para a ida ao trabalho, executa suas atividades, volta pra sua casa e, como expectador, senta em frente à velha televisão, envolvendo-se com as notícias do dia, os tramas da novela e do filme do fim de noite... e o ciclo reinicia na manhã seguinte...&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Talvez sentisse uma considerável diferença se mudasse, por conta própria, o trajeto na ida ao trabalho, contemplando melhor o azul do céu ou, se surpreendendo com um caminho mais interessante... talvez se, acreditando naquela idéia, comentasse com o chefe... pense! E, em vez de ir direto à televisão, chamasse os filhos, ou o conjugue... - seja quem for – e fazer algo diferente... Pode ser qualquer coisa, mas que faça o dia valer a pena!&lt;/div&gt;&lt;div&gt;E você?&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Está sendo protagonista ou... expectador?&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;J. D.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3999956337848775236-6217490641721350914?l=spaceonne.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://spaceonne.blogspot.com/feeds/6217490641721350914/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://spaceonne.blogspot.com/2010/12/ser-protagonista.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3999956337848775236/posts/default/6217490641721350914'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3999956337848775236/posts/default/6217490641721350914'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://spaceonne.blogspot.com/2010/12/ser-protagonista.html' title='Ser protagonista'/><author><name>Mings</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09467395697299163555</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='28' src='http://1.bp.blogspot.com/-Mwmb_ZiPqxs/Tt4tIUKTmgI/AAAAAAAABWM/1hZ8bJg2lII/s220/perfil_foto5.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_69bEZo_5ZXY/TPzphm_MSrI/AAAAAAAABAg/i9urx7tBHGo/s72-c/protagonista.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3999956337848775236.post-9181061564353263503</id><published>2010-11-11T12:23:00.000-08:00</published><updated>2010-11-11T12:25:23.805-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='31frames'/><title type='text'>O Primeiro Filme</title><content type='html'>&lt;img alt="Hosted by imgur.com" height="225" src="http://imgur.com/ZzgEF.jpg" width="320" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Comecei a ir ao cinema de forma regular apenas na adolescência. O primeiro filme que me recordo de ter assistido numa sala de cinema foi "Tartarugas Ninja 2", em 1991 ou 1992, portanto tinha eu doze ou treze anos. Como não tinha leitor de VHS, os únicos filmes que tinha assistido antes eram na TV.&lt;br /&gt;Mas o filme que começou a minha paixão pelos filmes, só vi em 1993 e marcou-me para a vida. O seu título é "Jurassic Park" &lt;br /&gt;&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;e lançou-me em duas obsessões: dinossauros e cinema! A dos dinossauros passou (e eu sabia de cor o nome de dezenas de espécies de dinossauros) mas a do cinema ficou, manifestando-se finalmente em 2005 no blog &lt;a href="http://cine31.blogspot.com/"&gt;CINE31&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img alt="" height="197" src="http://imgur.com/vBdo0.jpg" title="Hosted by imgur.com" width="400" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O filme continua a ser um dos meus preferidos, um clássico do cinema de aventura, quase perfeito tanto a nível da harmoniosa integração de efeitos computorizados, mecânicos e seres humanos, num patamar ainda difícil de ultrapassar ainda hoje. Tem uma série de personagens carismáticos, bem interpretados e dirigidos por Steven Spielberg no seu melhor. As sequências de acção estão extremamente bem planeadas, num crescente de tensão e adrenalina, juntando ainda elementos de humor. A cena do filme que me conquistou foi aquela em os arqueólogos vêm pela primeira vez o gigantesco braquiossauro; os efeitos fotorealistas, a reacção dos actores e a música do mestre John Williams proporcionam um efeito de deslumbramento que me acompanha até hoje. Um filme que continuo a ver regularmente!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img alt="" height="225" src="http://imgur.com/EccvL.jpg" title="Hosted by imgur.com" width="400" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Voltando na máquina do tempo ao dia em que vi Jurassic Park, recordo que fui assisti-lo acompanhado pela família à única sala de cinema de Olhão*, o Cinalgarve, com cerca de 400 lugares, no centro da cidade, perto do antigo Cinema-Teatro (que nessa altura já não passava filmes, e hoje está em ruínas na principal avenida da terra) e da Sociedade Recreativa Olhanense (soube anos mais tarde - para inveja minha - que alguns colegas meus, anos antes, iam lá assistir a projecções de filmes ao ar-livre num esplanada interior). Uma sala que depois de Jurassic Park, visitei muito mais vezes, até á sua relocalização recente num centro comercial. Entretanto, meses depois de ter visto o filme de Spielberg, consegui convencer a minha mãe a comprar uma revista (custou 750$**, bastante para uma revista!) sobre os bastidores do Parque Jurássico. Li-a vezes sem conta e ainda a tenho religiosamente guardada. Além das reportagens sobre efeitos especiais, animatronics e CGI, um dos artigos falava precisamente da evolução do cinema e dos primeiros filmes com dinossauros. E pronto, estava despoletada a minha paixão pelos filmes! &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img alt="" height="350" src="http://imgur.com/Uy2Jz.jpg" title="Hosted by imgur.com" width="640" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;* Para os leitores Brasileiros, &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Olh%C3%A3o"&gt;Olhão&lt;/a&gt; é uma cidade no Sul de Portugal.&lt;br /&gt;** Equivalente a 3,75 euros actuais, cerca de 8,76 reais (se fiz bem as contas). Mas&amp;nbsp;há&amp;nbsp;17 anos uma revista a esse preço era bem cara!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(Texto publicado originalmente em Março de 2010 no &lt;a href="http://cine31.blogspot.com/2010/03/o-meu-primeiro-filme-jurassic-park.html"&gt;Cine31&lt;/a&gt;)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Caros leitores: qual foi a vossa primeira vez no escurinho da sala de cinema?&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3999956337848775236-9181061564353263503?l=spaceonne.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://spaceonne.blogspot.com/feeds/9181061564353263503/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://spaceonne.blogspot.com/2010/11/o-primeiro-filme.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3999956337848775236/posts/default/9181061564353263503'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3999956337848775236/posts/default/9181061564353263503'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://spaceonne.blogspot.com/2010/11/o-primeiro-filme.html' title='O Primeiro Filme'/><author><name>CINE31</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='25' src='http://2.bp.blogspot.com/-wxgg1mwD1Z8/Te9hm2RZInI/AAAAAAAAE60/qz-dco1HeoU/s220/c31banner6anivsquare04.png'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3999956337848775236.post-6418998989113113259</id><published>2010-11-02T08:12:00.000-07:00</published><updated>2010-11-02T08:16:18.928-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='voxsideralis'/><title type='text'>Tributo a um gênio</title><content type='html'>Alemanha - Inicio do século 20&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Durante uma conferência com vários universitários, um professor da Universidade de Berlim desafiou seus alunos com esta pergunta:&lt;br /&gt;&lt;em&gt;“Deus criou tudo o que existe?"&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;Um aluno respondeu com grande certeza:&lt;br /&gt;&lt;em&gt;-Sim, Ele criou!&lt;br /&gt;-Deus criou tudo?&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;Perguntou novamente o professor.&lt;br /&gt;&lt;em&gt;-Sim senhor, respondeu o jovem.&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;O professor indagou:&lt;br /&gt;&lt;em&gt;-Se Deus criou tudo, então Deus fez o mal? Pois o mal existe, e partindo do preceito de que nossas obras são um reflexo de nós mesmos, então Deus é mau?&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;O jovem ficou calado diante de tal resposta e o professor, feliz, se regozijava de ter provado mais uma vez que a fé era uma perda de tempo.&lt;br /&gt;Outro estudante levantou a mão e disse:&lt;br /&gt;&lt;em&gt;-Posso fazer uma pergunta, professor?&lt;br /&gt;-Lógico, foi a resposta do professor.&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;O jovem ficou de pé e perguntou:&lt;br /&gt;&lt;em&gt;-Professor, o frio existe?&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;-Que pergunta é essa? Lógico que existe, ou por acaso você nunca sentiu frio?&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;Com uma certa imponência rapaz respondeu:&lt;br /&gt;&lt;em&gt;-De fato, senhor, o frio não existe. Segundo as leis da Física, o que consideramos frio, na realidade é a ausência de calor. Todo corpo ou objeto é suscetível de estudo quando possui ou transmite energia, o calor é o que faz com que este corpo tenha ou transmita energia. O zero absoluto é a ausência total e absoluta de calor, todos os corpos ficam inertes, incapazes de reagir, mas o frio não existe. Nós criamos essa definição para descrever como nos sentimos se não temos calor.&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;-E, existe a escuridão?&lt;/em&gt; Continuou o estudante.&lt;br /&gt;O professor respondeu temendo a continuação do estudante: &lt;em&gt;Existe! &lt;/em&gt;&lt;br /&gt;O estudante respondeu:&lt;br /&gt;&lt;em&gt;-Novamente comete um erro, senhor, a escuridão também não existe. A escuridão na realidade é a ausência de luz. A luz pode-se estudar, a escuridão não! Até existe o prisma de Nichols para decompor a luz branca nas várias cores de que está composta, com suas diferentes longitudes de ondas. A escuridão não!&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;Continuou:&lt;br /&gt;&lt;em&gt;-Um simples raio de luz atravessa as trevas e ilumina a superfície onde termina o raio de luz.&lt;br /&gt;Como pode saber quão escuro está um espaço determinado? Com base na quantidade de luz presente nesse espaço, não é assim?! Escuridão é uma definição que o homem desenvolveu para descrever o que acontece quando não há luz presente.&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;Finalmente, o jovem perguntou ao professor:&lt;br /&gt;&lt;em&gt;-Senhor, o mal existe?&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;Certo de que para esta questão o aluno não teria explicação, professor respondeu:&lt;br /&gt;&lt;em&gt;-Claro que sim! Lógico que existe. Como disse desde o começo, vemos estupros, crimes e violência no mundo todo, essas coisas são do mal!&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;Com um sorriso no rosto o estudante respondeu:&lt;br /&gt;&lt;em&gt;-O mal não existe, senhor, pelo menos não existe por si mesmo. O mal é simplesmente a ausência do bem, é o mesmo dos casos anteriores, o mal é uma definição que o homem criou para descrever a ausência de Deus. Deus não criou o mal. Não é como a fé ou como o amor, que existem como existem o calor e a luz. O mal é o resultado da humanidade não ter Deus presente em seus corações. É como acontece com o frio quando não há calor, ou a escuridão quando não há luz.&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;Por volta dos anos 1900, este jovem foi aplaudido de pé, e o professor apenas balançou a cabeça&lt;br /&gt;permanecendo calado… Imediatamente o diretor dirigiu-se àquele jovem e perguntou:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;- Qual é o seu nome?&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E ele respondeu:&lt;br /&gt;&lt;em&gt;ALBERT EINSTEIN, senhor!&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: http://&lt;em&gt;www.pensador.info/autor/Albert_Einstein/5/&lt;/em&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3999956337848775236-6418998989113113259?l=spaceonne.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://spaceonne.blogspot.com/feeds/6418998989113113259/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://spaceonne.blogspot.com/2010/11/tributo-um-genio.html#comment-form' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3999956337848775236/posts/default/6418998989113113259'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3999956337848775236/posts/default/6418998989113113259'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://spaceonne.blogspot.com/2010/11/tributo-um-genio.html' title='Tributo a um gênio'/><author><name>Mings</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09467395697299163555</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='28' src='http://1.bp.blogspot.com/-Mwmb_ZiPqxs/Tt4tIUKTmgI/AAAAAAAABWM/1hZ8bJg2lII/s220/perfil_foto5.jpg'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3999956337848775236.post-510114264460789535</id><published>2010-10-25T13:49:00.000-07:00</published><updated>2010-10-25T13:53:11.528-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='wonderfulthings'/><title type='text'>Cometa Halley foi visto na Grécia Antiga</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;a href="http://imgur.com/Jpn5e.jpg" imageanchor="1" linkindex="16" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="112" src="http://imgur.com/Jpn5e.jpg" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;O cometa Halley pode ser visto a partir da Terra a olho nu a cada 75 anos (NASA)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O astro registrado por Aristóteles tem grandes chances de ser o mesmo cometa que adentrou o sistema solar em 1986 e deverá reaparecer em 2061.&lt;br /&gt;&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;O filósofo grego Aristóteles, que viveu entre os anos 384 e 322 a.C, descreveu a queda de um meteorito acontecida entre 466 a.C. e 467 a.C. e também o aparecimento, no mesmo período, de um cometa no céu. Reconstruindo sua mais provável trajetória, o astrônomo Eric Hintz e o filósofo Daniel Graham, ambos da Universidade Brigham Young (EUA), verificaram que o astro registrado por Aristóteles é provavelmente o cometa Halley, que adentrou o sistema solar em 1986 e deverá reaparecer em 2061 (ele pode ser visto da Terra a cada 75 anos).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo os resultados encontrados pelos pesquisadores, publicados no periódico Journal of Cosmology, o Halley ficou visível durante 80 dias entre os meses de junho e agosto do ano 466 a.C. A reconstrução da trajetória do cometa coincide com outros relatos antigos, que dizem que ele teria ficado visível por 75 dias.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Até agora, o relato mais antigo da visita de Halley ao sistema solar foi feito em 240 a.C., evento registrado por astrônomos chineses. Se os novos resultados forem confirmados, os pesquisadores terão adiantado a data da primeira observação do cometa Halley em 226 anos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;VEJA.com&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3999956337848775236-510114264460789535?l=spaceonne.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://spaceonne.blogspot.com/feeds/510114264460789535/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://spaceonne.blogspot.com/2010/10/cometa-halley-foi-visto-na-grecia.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3999956337848775236/posts/default/510114264460789535'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3999956337848775236/posts/default/510114264460789535'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://spaceonne.blogspot.com/2010/10/cometa-halley-foi-visto-na-grecia.html' title='Cometa Halley foi visto na Grécia Antiga'/><author><name>Fernanda</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_yMn1j1_rNs4/TDTKfBv-WFI/AAAAAAAABdw/e-SI9f-H0UY/S220/AIbEiAIAAABDCPi20-ac143nTSILdmNhcmRfcGhvdG8qKDI1Njk4NzZjNmNlMmQ4NWE0ZmNlYjc3NTA1Nzk2ZWYxZmI0ZjdkYjUwAWbEQvrnV0HdQYW4vHnVKjs1KP2q.jpeg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3999956337848775236.post-3207967635573903486</id><published>2010-10-24T17:01:00.000-07:00</published><updated>2010-10-24T17:06:46.059-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='planeta'/><title type='text'>A mais bela nave criada por Hollywood</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="color: #cc0000;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_53bXuy76XFA/RxlhrxvTNlI/AAAAAAAAADQ/rn6RyHzivNc/s1600-h/Black_hole-794412.jpg" linkindex="27" onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img alt="" border="0" height="198" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5123233455824647762" src="http://2.bp.blogspot.com/_53bXuy76XFA/RxlhrxvTNlI/AAAAAAAAADQ/rn6RyHzivNc/s200/Black_hole-794412.jpg" style="display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center;" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;i&gt;por Quatermass&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Gostos são gostos, mas como não se trata de religião, política e futebol, posso então eleger a mais bela espaçonave já concebida por Hollywood.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O design é diferente das formas geométricas vistas em Star Trek e Star Wars. É oriunda de um filme esquecido da Disney, que fracassou nas bilheterias em fins dos anos setenta: O Abismo Negro (The Black Hole – 1979). O motivo: o roteiro confuso, ambíguo, em razão da necessidade de fazer um filme que agradasse o público na faixa dos oito aos oitenta anos.&lt;br /&gt;&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Em compensação, há elementos a serem valorizados na película: a belíssima trilha sonora de John Barry, o desenho de produção e uma boa história. Também chama a atenção o curioso final, onde aparecem interessantes concepções sobre redenção e castigo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Porém, o que realmente admiro no filme é a Cygnus: majestosa e impressionante, gótica, extremamente complexa em sua concepção. Para quem não assistiu, a sinopse: uma expedição científica encontra ao acaso uma gigantesca espaçonave inerte diante de um buraco negro. A tripulação resolve investigar. Não lembra Sunshine – Alerta Solar (2007)?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se não viu os dois filmes, assista-os. Se preferir ver apenas um, então assista Abismo Negro e esqueça Sunshine. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Postado originalmente no blog O Planeta é Nosso! em 19.10.2007.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;object height="490" width="620"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/HJ0X46mUfiw?fs=1&amp;amp;hl=pt_BR&amp;amp;rel=0&amp;amp;color1=0x2b405b&amp;amp;color2=0x6b8ab6"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/HJ0X46mUfiw?fs=1&amp;amp;hl=pt_BR&amp;amp;rel=0&amp;amp;color1=0x2b405b&amp;amp;color2=0x6b8ab6" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="620" height="490"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3999956337848775236-3207967635573903486?l=spaceonne.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://spaceonne.blogspot.com/feeds/3207967635573903486/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://spaceonne.blogspot.com/2010/10/mais-bela-nave-criada-por-hollywood.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3999956337848775236/posts/default/3207967635573903486'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3999956337848775236/posts/default/3207967635573903486'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://spaceonne.blogspot.com/2010/10/mais-bela-nave-criada-por-hollywood.html' title='A mais bela nave criada por Hollywood'/><author><name>Taiguara e Viviane</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_53bXuy76XFA/SeKDWCeM0FI/AAAAAAAACNs/cb8eCGlEIvY/S220/Dr+Brown_Tioguara.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_53bXuy76XFA/RxlhrxvTNlI/AAAAAAAAADQ/rn6RyHzivNc/s72-c/Black_hole-794412.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3999956337848775236.post-4348027107458782933</id><published>2010-10-24T16:53:00.000-07:00</published><updated>2010-10-24T17:06:13.841-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='wonderfulthings'/><title type='text'>Nefertiti recibió a 1,2 millones de visitantes en el Neues Museum de Berlín</title><content type='html'>&lt;div id="readability-content"&gt;&lt;div class="page" id="readability-page-1"&gt;&lt;div class=""&gt;&lt;div class="img" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img alt="Nefertiti recibió a 1,2 millones de visitantes en el Neues Museum de Berlín" height="127" src="http://www.egiptologia.com/images/stories/noticias/2009-01-05.jpg" title="Nefertiti recibió a 1,2 millones de visitantes en el Neues Museum de Berlín" width="200" /&gt;&lt;/div&gt;El  busto de Nefertiti ha recibido la visita de más de 1,2 millones de  personas en el Neues Museum, de Berlín, desde su reapertura hace un año  con la Reina del Nilo como máxima atracción y tras una costosa  rehabilitación del edificio, que fue parcialmente destruido durante la  Segunda Guerra Mundial.&lt;br /&gt;&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;La cifra de visitantes, dada a conocer hoy  por el museo, ha superado las expectativas y obligado a establecer  turnos, de manera que se recomienda recoger la entrada al recinto con 24  horas de antelación.&lt;br /&gt;El Neues Museum reabrió el 15 de octubre de  2009, 70 años después de los daños sufridos por los bombardeos aliados y  remodelado según el concepto del arquitecto británico David  Chipperfield, que ensambló lo que quedó en ruinas con espacios de nuevo  cuño.&lt;br /&gt;El célebre busto, de 3.300 años de antigüedad, regresó al  emplazamiento de la Isla de los Museos, donde fue exhibido por primera  vez en Berlín, tras ser descubierto en 1912 por el arqueólogo Ludwig  Borchardt y trasladado a Alemania.&lt;br /&gt;Nefertiti, cuya devolución han  reclamado insistentemente las autoridades egipcias por considerar que  fue sacado ilegalmente del país, pasó por distintos emplazamientos,  hasta regresar al recuperado Neues Museum, entre otras 35.00 obras de  arte, incluida la estatua de su esposo, el faraón Akenaton, y 60.000  papiros.&lt;br /&gt;El edificio, construido entre 1843 y 1845, quedó arrasado  en sucesivos bombardeos entre 1943 y 1945, pero la estatua no sufrió  daños, puesto que las autoridades del Tercer Reich la ocultaron en una  mina de Turingia (este de Alemania).&lt;br /&gt;De ese lugar la rescataron  las tropas estadounidenses y durante la división de Alemania fue  exhibida en el sector americano de Berlín, primero en las afueras de la  ciudad y, a partir de 1967, en el Museo Egipcio del barrio de  Charlottenburg.&lt;br /&gt;Tras la reunificación hubo una sucesión de nuevas  mudanzas en otros domicilios provisionales: primero, en el moderno  complejo museístico de la Kulturforum, y luego en el Altes Museum, ya en  la Isla, mientras Chipperfield acondicionaba el Neues.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Fuente: ABC&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;a class="linkification-ext" href="http://www.abc.es/agencias/noticia.asp?noticia=552325" linkindex="39" title="Linkification: http://www.abc.es/agencias/noticia.asp?noticia=552325"&gt;http://www.abc.es/agencias/noticia.asp?noticia=552325&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3999956337848775236-4348027107458782933?l=spaceonne.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://spaceonne.blogspot.com/feeds/4348027107458782933/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://spaceonne.blogspot.com/2010/10/nefertiti-recibio-12-millones-de.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3999956337848775236/posts/default/4348027107458782933'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3999956337848775236/posts/default/4348027107458782933'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://spaceonne.blogspot.com/2010/10/nefertiti-recibio-12-millones-de.html' title='Nefertiti recibió a 1,2 millones de visitantes en el Neues Museum de Berlín'/><author><name>Fernanda</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_yMn1j1_rNs4/TDTKfBv-WFI/AAAAAAAABdw/e-SI9f-H0UY/S220/AIbEiAIAAABDCPi20-ac143nTSILdmNhcmRfcGhvdG8qKDI1Njk4NzZjNmNlMmQ4NWE0ZmNlYjc3NTA1Nzk2ZWYxZmI0ZjdkYjUwAWbEQvrnV0HdQYW4vHnVKjs1KP2q.jpeg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3999956337848775236.post-7417983545241118960</id><published>2010-10-23T09:54:00.000-07:00</published><updated>2010-10-23T09:54:02.623-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='31frames'/><title type='text'>Filme Vs Livro: A Praia</title><content type='html'>&lt;div style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img alt="Hosted by imgur.com" height="215" src="http://imgur.com/qonHJ.jpg" width="320" /&gt;&lt;/div&gt;&lt;b&gt;“A PRAIA” (1996 - Alex Garland) VS “A PRAIA” (2000 - Danny Boyle)&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;O jovem Richard, em viagem pela Ásia, recebe de um misterioso suicida um mapa secreto para uma ilha que esconde a praia perfeita, longe das hordas de turistas. Decidido a descobrir a verdade, Richard e um casal de namorados franceses, Ettiene e a bela Françoise embarcam numa aventura pelas ilhas proibidas da Tailândia.&lt;br /&gt;&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;ATENÇÃO: O texto contêm spoilers sobre o livro e o filme!&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;Depois de chegarem a nado á ilha, ultrapassar obstáculos naturais e de fugir dos guardas armados das plantações de droga, chegam finalmente á praia e á paradisíaca comunidade lá instalada, liderada por Sal, uma mulher disposta a tudo para preservar o segredo da localização da praia. Depois de meses de uma vida na praia sem preocupações, um ataque de um tubarão dá inicio ao fim da ilusão de uma vida perfeita, criando uma paz podre. Quando a chegada de mais um grupo de viajantes está iminente, Richard é destacado para vigiar e impedir que cheguem á praia. Além disso Richard quer recuperar o mapa na posse deles, ele próprio lhes deu antes de partir para a ilha. É nesse período de isolamento na selva á espera desses viajantes que Richard começa a perder o juízo, conversando com o homem que se matou em Bangkok e perdendo-se em jogos imaginários, qual Rambo ou Trazan da selva. E só a execução dos desavisados viajantes, metralhados pelos traficantes, traz Richard de volta ao mundo real, e á necessidade de sair da ilha com Françoise e Ettiene. Mas a chegada desses novos invasores vai gerar uma série de conflitos entre os habitantes da praia e os traficantes que vai terminar numa espiral de violência e insanidade.&lt;br /&gt;O bestseller de Alex Garland (nascido em Londres em 1970) que critica o estilo de vida dos turistas de mochila ás costas que se crêem agum tipo especial de viajantes, em busca do original e desconhecido e que acabam por descaracterizar os locais que escolhem como destino; foi adaptado em 2000 pelo realizador de “Trainspotting” e “28 Dias Depois”, Danny Boyle. O protagonista escolhido para encarnar Richard foi Leonardo DiCaprio, no auge do sucesso mundial alcançado com Titanic. Apesar de algumas alterações importantes, a película mantém – na minha opinião – o espírito da novela, embora obviamente numa versão muito mais light e comercial. A publicação “Guardian” descreveu o livro como “… um conto alimentado a drogas sobre o apocalipse no paraíso.”. Efectivamente é raro o capítulo em que ninguém está a consumir marijuana, enquanto na versão em filme a aparição de droga é limitada ao máximo (e a droga consumida é cultivada pela comunidade da praia, enquanto que na versão escrita apenas roubam aos “agricultores”). E se o livro termina num banho de sangue, a versão de Danny Boyle trocou o sangue por tensão.&lt;br /&gt;Relativamente às mudanças em personagens: o protagonista - britânico no livro - foi “promovido” a norte-americano na versão para cinema. Se no livro Richard e Françoise não trocam mais do que beijos na cara, as personagens desempenhadas por DiCaprio e Virginie Ledoyen chegam a assumir o namoro, para desgosto de Ettiene. Algumas outras personagens quase não são mencionadas ou simplesmente não aparecem, mas basicamente os secundários mais importantes estão presentes. No filme foram acrescentados rituais como as tatuagens e os balões de ar quente com os nomes dos recém-chegados á praia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Artigo publicado originalmente em Novembro de 2008, no blog &lt;a href="http://cine31.blogspot.com/2008/11/filme-vs-livro-1-praia.html"&gt;CINE31&lt;/a&gt;.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3999956337848775236-7417983545241118960?l=spaceonne.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://spaceonne.blogspot.com/feeds/7417983545241118960/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://spaceonne.blogspot.com/2010/10/filme-vs-livro-praia.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3999956337848775236/posts/default/7417983545241118960'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3999956337848775236/posts/default/7417983545241118960'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://spaceonne.blogspot.com/2010/10/filme-vs-livro-praia.html' title='Filme Vs Livro: A Praia'/><author><name>CINE31</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='25' src='http://2.bp.blogspot.com/-wxgg1mwD1Z8/Te9hm2RZInI/AAAAAAAAE60/qz-dco1HeoU/s220/c31banner6anivsquare04.png'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3999956337848775236.post-268942956954514812</id><published>2010-10-23T09:41:00.000-07:00</published><updated>2010-10-23T09:42:17.855-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='31frames'/><title type='text'>Breve Reflexão sobre “V for Vendetta” e outros regimes totalitários no cinema</title><content type='html'>&lt;div style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img alt="Hosted by imgur.com" height="200" src="http://imgur.com/lZ2U1.jpg" width="132" /&gt;&lt;/div&gt;A história base deste filme certamente resultará familiar àqueles que conhecem histórias que se desenrolam em épocas futuras ou contemporâneas controladas por governos totalitários, como é o caso máximo de “1984” de George Orwell (uma obra literária brilhante, que aconselho vivamente aos que desejam ter um vislumbre do que será (sobre)viver na sombra de um estado opressor representado pela figura do Big Brother, &lt;br /&gt;&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;que controla e conhece todos os movimentos dos seus cidadãos e que manipula a própria História e a verdade conforme a conveniência do momento). Além das clássicas adaptações homónimas da obra de Orwell em 1956 e 1984 (ironicamente, o protagonista perseguido pelo todo-poderoso estado nesta segunda adaptação é desempenhado pelo actor John Hurt, que em “V for Vendetta” é o ditador desta Grã-Bretanha alternativa), de “Fahrenheit 451” (Francois Truffaut realizou em 1966 a obra de Ray Bradbury sobre um futuro onde os livros são proibidos e destruídos pelas autoridades à temperatura que dá titulo ao livro e à película); existem alguns títulos mais recentes que lidam com a questão de cidadãos que lutam contra o controle total de um estado ou um sistema que anseiam despersonalizar e uniformizar a população tornando-a apta a ser controlada (muitas vezes com a justificação de manter a paz social e militar), como são os casos de: “Equilibrium” (de Kurt Wimmer, uma sociedade perfeita e pacifica, típica deste género de ficção – cada vez mais próxima da realidade – onde é proibido sentir e manifestar emoções. Emoção é a semente da guerra, e é controlada com a administração forçada de drogas supressoras); “Gattaca” (um mundo onde apenas são tolerados indivíduos geneticamente perfeitos); “A Ilha” (toda uma sociedade isolada é mantida no obscurantismo sobre os seus verdadeiros destinos); “THX 1138” (amar é crime); “Aeon Flux” (mais uma sociedade aparentemente harmonioza que reúne os últimos sobreviventes do planeta numa cidade idílica de onde misteriosamente desaparecem cidadãos, para nunca mais serem vistos. Cabe á protagonista enfrentar a dinastia dos Goodchilds, que governa o mundo com punho de ferro há mais de 4 séculos), o upcoming “Ultraviolet” (também de Wimmer, um retrato de uma sociedade futurista governada pelo medo – não da guerra ou de terroristas, mas da doença contagiosa que causa mutações em humanos que são implacavelmente caçados e exterminados, pela segurança nacional é claro). Ainda é de referir a triologia Matrix, principalmente o primeiro capítulo, que além de um espectáculo visual que revolucionou o cinema de acção, também conta a história de um mundo dominado pelas criações revoltosas do homem, que para manter os espíritos entorpecidos e obedientes criou a ditadura perfeita, um mundo de sonhos em que não há indício desse mesmo controle. Como já ouvi dizer, a maior artimanha de Satanás é fazer crer que ele não existe.&lt;br /&gt;Em suma, uma série de obras literárias e cinematográficas que reflecte a preocupação com a possibilidade de um sociedade eliminar por qualquer meio considerado necessário aqueles que são ou representam uma oposição à sua ideologia de manutenção e perpetuação no poder. Exemplos temos muitos na nossa História do Mundo, e mesmo no presente, pois infelizmente é um tema muito actual, num mundo cada vez mais globalizado, paranóico e controlado por grupos decididos a fazer o que for preciso para favorecer os seus interesses e politicas económicas, sacrificando sem hesitação qualquer forma de resistência às mudanças forçadas e impopulares, a bem é claro da democracia, liberdade (e comércio), mesmo tomando decisões que afectam directamente esses mesmos ideais.&lt;br /&gt;Mas retomando a ideia do primeiro parágrafo, a acção do filme “V for Vendetta” (realizado por James McTeigue e com argumento e co-produção dos irmãos Wachowski, os criadores da saga Matrix) desenrola-se numa Grã-Bretanha totalitária, fascista e fortemente militarizada. As liberdades individuais são fortemente limitadas e tudo é vigiado ao pormenor, de forma a dissuadir e suprimir quaisquer acções não consideradas adequadas. Este estado de inspiração ariana e temente a Deus, eliminou milhares de homossexuais, negros e outras minorias que não se encaixam na visão branca e pura do Mundo. Num reflexo do Terceiro Reich também estão presentes, entre outros elementos, os campos de concentração. É neste pais de elites corruptas e hipócritas que surge “V”, um terrorista na plena acepção da palavra que anseia acordar a população “dormente” e destruir o governo, e para tal, não hesita em atacar à bomba símbolos de poder como as Houses of Parliament (que inclui o famoso BigBen) e Old Bailey. Uma noite, num beco escuro, “V” salva Evey Hammond, uma jovem adolescente que na sua primeira noite no mundo da prostituição teve o azar de esbarrar com os “homens da Lei”, que imediatamente se prontificaram a violá-la. “V” toma Evey como sua protegida e molda-a para que perceba e abrace a sua visão de vingança e liberdade. “V” actua mascarado como Guy Fawkes, um terrorista que no século XVII fracassou em explodir as House of Parliament, fracasso esse ainda hoje celebrado no Reino Unido em 5 de Novembro. Aliás, a estreia da adaptação cinematográfica estava originalmente marcada para 4 de Novembro de 2005, mas devido aos ainda recentes atentados de Junho de 2005 no metro de Londres, foi adiado para Março deste ano. Além da polémica dos que acusam a obra de defender o terrorismo, foi o argumentista da complexa BD original, Alan Moore (autor ainda de “From Hell” , “The League of Extraoridnary Gentlemen” – ambas já convertidas ao grande ecran, e “Watchmen”, actualmente em produção) que teceu duras criticas às alterações introduzidas no argumento. Por outro lado, o desenhador da BD em questão – David Lloyd – defende o trabalho dos Wachowski e McTeigue, considerando que mantiveram a essência, mas adicionado um cunho pessoal. Já durante a rodagem o intérprete de “V”, Jamos Puredoy foi substituído por Hugo Weaving (o agente Smith da trilogia Matrix) para acompanhar Natalie Portman (Evey). A verdade é que, o problema não foi muito grande, visto que – tal como na graphic novel – “V” nunca retira a máscara com as feições de Guy Fawkes. Enfim promete uma mistura explosiva de acção a la Matrix, assuntos polémicos e emoções fortes.&lt;br /&gt;(...)&lt;br /&gt;"Remember, remember the Fifth of November."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Artigo publicado originalmente em Março de 2006, no blog &lt;a href="http://cine31.blogspot.com/2006/03/breve-reflexo-sobre-v-for-vendetta-e.html"&gt;CINE31&lt;/a&gt;.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3999956337848775236-268942956954514812?l=spaceonne.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://spaceonne.blogspot.com/feeds/268942956954514812/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://spaceonne.blogspot.com/2010/10/breve-reflexao-sobre-v-for-vendetta-e.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3999956337848775236/posts/default/268942956954514812'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3999956337848775236/posts/default/268942956954514812'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://spaceonne.blogspot.com/2010/10/breve-reflexao-sobre-v-for-vendetta-e.html' title='Breve Reflexão sobre “V for Vendetta” e outros regimes totalitários no cinema'/><author><name>CINE31</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='25' src='http://2.bp.blogspot.com/-wxgg1mwD1Z8/Te9hm2RZInI/AAAAAAAAE60/qz-dco1HeoU/s220/c31banner6anivsquare04.png'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3999956337848775236.post-2330930695531694022</id><published>2010-10-20T17:46:00.000-07:00</published><updated>2010-10-22T11:44:52.770-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='voxsideralis'/><title type='text'>Nascido de um desafio</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://imgur.com/JFGp5.jpg" imageanchor="1" linkindex="29" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="200" src="http://imgur.com/JFGp5.jpg" width="151" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;Imagine uma noite daquelas, bem ao estilo de filme de terror, com direito a trovões e raios!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O ano era 1816, na casa do Lord Byron (em breve postarei algo sobre essa figura incrível!) onde se reuniam celebridades literárias da época: o poeta Percy Bysshe Shelley e a sua futura esposa, Mary Godwin, a meia-irmã desta, Claire Clairmont, e o seu médico pessoal, o Dr. John Polidori... todos entretidos em contar histórias de fantasmas junto à lareira (pense!).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Foi nesse clima temebroso que Lord Byron propôs um concurso para ver quem seria capaz de escrever a melhor história de horror. Nessa ocasião o grupo ja estava dissertando sobre a possibilidade de se produzir uma entidade viva a partir da junção de partes mortas aliado à eletricidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Depois da meia noite, Mary, com os nervos à flor da pele, com a mente repleta de imaginação, adormecera num sono agitado. Entre adormecida e acordada, tivera uma visão aterradora:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Vi o pálido mestre das artes perversas ajoelhar junto da criatura que tinha acabado de montar. Vi o fantasma abominável de um homem jazendo estendido e subitamente, com a ajuda de uma máquina enorme, dar sinais de vida e movimentar-se desconcertadamente.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Foi através desse sonho/pesadelo que ela encontrara sua história de horror. Dois anos depois seria publicado sob o título de Frankenstein, de Mary Shelley, que hoje já entra no seu segundo século de existência, sem perder o encanto, tanto em livros e filmes...&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3999956337848775236-2330930695531694022?l=spaceonne.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://spaceonne.blogspot.com/feeds/2330930695531694022/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://spaceonne.blogspot.com/2010/10/nascido-de-um-desafio.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3999956337848775236/posts/default/2330930695531694022'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3999956337848775236/posts/default/2330930695531694022'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://spaceonne.blogspot.com/2010/10/nascido-de-um-desafio.html' title='Nascido de um desafio'/><author><name>Mings</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09467395697299163555</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='28' src='http://1.bp.blogspot.com/-Mwmb_ZiPqxs/Tt4tIUKTmgI/AAAAAAAABWM/1hZ8bJg2lII/s220/perfil_foto5.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3999956337848775236.post-263147561657445569</id><published>2010-10-20T12:07:00.000-07:00</published><updated>2010-10-20T12:13:25.155-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='wonderfulthings'/><title type='text'>Pompéia a Beira da Destruição</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://imgur.com/xa5HM.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="118" src="http://imgur.com/xa5HM.jpg" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;Quase 2.000 anos depois de um manto de cinza vulcânica ocultar a antiga cidade romana de Pompéia, ela se encontra frente a uma nova série de ameaças e possivelmente a seu desaparecimento definitivo. Anos de negligência, disputas políticas e a burocracia estão ameaçando roubar da Itália [para não dizer da humanidade] um de seus maiores tesouros históricos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://imgur.com/mwTmH.jpg" imageanchor="1" style="clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="158" src="http://imgur.com/mwTmH.jpg" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;Dois milhões de visitantes ao ano percorrem suas ruas e veem com grande indignação, que muitos dos locais mais importantes continuam fechados para os turistas. A famosa casa dos Vetti ainda se mantém fechada, com um cartaz de 'Restauração Perpétua', onde um visitante indignado deixou rabiscada a palavra 'vergonhoso'.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Hoje em dia, a maior parte de Pompéia, encontra-se com madeiras podres, ruas cheias de mato, lindos afrescos marcados com grafites modernos, vira-latas e uma assombrosa falta de informação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://imgur.com/tTuOB.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="153" src="http://imgur.com/tTuOB.jpg" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;O governo de Berlusconi, por problemas de liquidez, reduziu os fundos destinados a manter os locais antigos de 30 milhões de euros [ao redor de US$ 42 milhões] em 2007 para pouco menos de 19 milhões de euros [aproximadamente US$ 26 milhões] neste ano.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.egiptoaroma.com/2010/10/pompeya-al-borde-de-la-ruina.html"&gt;Egipto a Roma&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3999956337848775236-263147561657445569?l=spaceonne.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://spaceonne.blogspot.com/feeds/263147561657445569/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://spaceonne.blogspot.com/2010/10/de-egipto-roma-pompeia-na-borda-da.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3999956337848775236/posts/default/263147561657445569'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3999956337848775236/posts/default/263147561657445569'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://spaceonne.blogspot.com/2010/10/de-egipto-roma-pompeia-na-borda-da.html' title='Pompéia a Beira da Destruição'/><author><name>Fernanda</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_yMn1j1_rNs4/TDTKfBv-WFI/AAAAAAAABdw/e-SI9f-H0UY/S220/AIbEiAIAAABDCPi20-ac143nTSILdmNhcmRfcGhvdG8qKDI1Njk4NzZjNmNlMmQ4NWE0ZmNlYjc3NTA1Nzk2ZWYxZmI0ZjdkYjUwAWbEQvrnV0HdQYW4vHnVKjs1KP2q.jpeg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3999956337848775236.post-8982394562789182636</id><published>2010-10-19T23:33:00.000-07:00</published><updated>2010-10-20T13:59:35.658-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='wonderfulthings'/><title type='text'>Encontrados os restos da última batalha naval entre Roma e Cartago</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://imgur.com/QN8Jj.jpg" imageanchor="1" linkindex="33" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="112" src="http://imgur.com/QN8Jj.jpg" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;Os restos de um navio de guerra recentemente encontrado no Mar Mediterrâneo podem confirmar o local de uma grande batalha em que a antiga Roma derrotou Cartago.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://imgur.com/tt9UF.jpg" imageanchor="1" linkindex="34" style="clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="151" src="http://imgur.com/tt9UF.jpg" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;Era o ano de 241 AC e os implicados foram a ascendente República Romana e o decadente Império Cartaginês, localizado no extremo norte da África. As duas potências lutaram pelo domínio do Mediterrâneo em uma série de conflitos chamados de Guerras Púnicas.&lt;br /&gt;Os arqueólogos através de estudos e deste descobrimento, datam o sítio como o local da última batalha entre Roma e Cartago, que deu fim a primeira Guerra Púnica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;'Foi a batalha clássica entre Cartago e Roma', disse o arqueólogo Jeffrey G. Real da Fundação Náutica RPM em Key West, Florida 'Esta batalha naval em particular foi a última derrota, a  destruição da frota cartaginesa.' O naufrágio foi encontrado próximo a ilha de Levanzo, ao oeste da Sicilia, que é onde os documentos históricos localizam a batalha.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://imgur.com/e7elP.jpg" imageanchor="1" linkindex="35" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="315" src="http://imgur.com/e7elP.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;No verão de 2010, Royal e seus colegas descobriram um aríete de um navio de guerra. Este aríete era uma ponta prolongada e afiada localizada na proa do navio e que era utilizada para se chocar contra um navio inimigo. Esta tática foi utilizada em larga escala nas antiguas batalhas navais e se acredita que tiveram um papel importante nas Guerras Púnicas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O aríete é tudo o que resta do navio de guerra, o resto, de madeira, ao que parece, apodreceu. 'Nunca conseguimos encontrar um navio de guerra antigo completo - isso seria o santo graal da arqueologia marítima,' disse Royal a LiveScience. 'A maioria dos restos que temos são os aríetes e parte da estrutura do arco.'&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Três aríetes&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://imgur.com/95PzN.jpg" imageanchor="1" linkindex="36" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="184" src="http://imgur.com/95PzN.jpg" width="570" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;Em 2008, a mesma equipe descobriu um barco de guerra onde o aríete ainda mantinha pedaços de madeira presos a ele. Estes mesmos pedaços foram utilizados pelos cientistas, que graças aos testes com carbono foram capazes de datar o achado ao final da primeira Guerra Púnica .&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://imgur.com/5RKwq.jpg" imageanchor="1" linkindex="37" style="clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://imgur.com/5RKwq.jpg" imageanchor="1" linkindex="38" style="clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://imgur.com/5RKwq.jpg" imageanchor="1" linkindex="39" style="clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="213" src="http://imgur.com/5RKwq.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;Outro aríete que havia sido retirado da água por um barco de pesca, três anos antes na mesma região, possuia uma inscrição, que datava ao mesmo período de tempo. O aríete encontrado agora é o terceiro do local, sendo quase identico em forma e tamanho ao encontrado em 2008.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;'Neste momento você tem que começar a dizer que temos pela primeira vez confirmado arqueológicamente o sítio exato de uma antiga batalha naval', disse Real.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Cartagineses ou romanos&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;'Os investigadores não podem ter absoluta certeza de que o novo aríete pertencia a um barco romano ou um cartaginês, mas apostam no segundo'.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os aríetes romanos costumavam ser decorados com esculturas intrincadas, incluindo rosas. Além disso, nos encontrados, foram identificadas marcas de dedos nas figuras. Assim, acredita-se que fossem navios de guerra cartagineses.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Isto encaixa nos relatos históricos dos cartagineses. Sabe-se que Roma já possuía uma frota completa antes da guerra, e várias fontes antigas relatam que os cartagineses se apressaram em criar uma frota, em um prazo muito menor do que o necessário para isso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte :&lt;br /&gt;&lt;a href="http://rpmnautical.org/" linkindex="40"&gt;http://rpmnautical.org/&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3999956337848775236-8982394562789182636?l=spaceonne.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://spaceonne.blogspot.com/feeds/8982394562789182636/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://spaceonne.blogspot.com/2010/10/hallan-los-restos-de-la-ultima-batalla.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3999956337848775236/posts/default/8982394562789182636'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3999956337848775236/posts/default/8982394562789182636'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://spaceonne.blogspot.com/2010/10/hallan-los-restos-de-la-ultima-batalla.html' title='Encontrados os restos da última batalha naval entre Roma e Cartago'/><author><name>Fernanda</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_yMn1j1_rNs4/TDTKfBv-WFI/AAAAAAAABdw/e-SI9f-H0UY/S220/AIbEiAIAAABDCPi20-ac143nTSILdmNhcmRfcGhvdG8qKDI1Njk4NzZjNmNlMmQ4NWE0ZmNlYjc3NTA1Nzk2ZWYxZmI0ZjdkYjUwAWbEQvrnV0HdQYW4vHnVKjs1KP2q.jpeg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3999956337848775236.post-377835432559846596</id><published>2010-10-19T14:13:00.000-07:00</published><updated>2010-10-19T14:34:14.622-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='wonderfulthings'/><title type='text'>Em busca de Robin Hood</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://imgur.com/BmVTb.jpg" imageanchor="1" linkindex="76" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="200" src="http://imgur.com/BmVTb.jpg" width="135" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;Num bosque particular junto à mansão Kirklees, em Dewsbury, no condado britânico de Yorkshire, os visitantes deparam com um monumento alquebrado: protegida por um cercadinho de ferro, a lápide contém um epitáfio de causar taquicardia nos interessados:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;"Aqui, sob esta pedra,/ Jaz Robert, barão de Huntingtun/ Nenhum arqueiro foi tão bom quanto ele/ Chamavam-no de Robin Hood/ Fora da lei como ele e seus homens/ A Inglaterra jamais verá outra vez"&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;A fama do bandido benfeitor prospera desde meados do século 14, a partir de poemas, baladas e contos. Robin promovia uma campanha de roubos espetaculares a viajantes na floresta de Sherwood, em Nottingham (no condado vizinho a Yorkshire), e repartia o butim com os mais pobres, desafiando a autoridade do príncipe e depois rei João I (um dos mais controversos monarcas ingleses, que comandou a nação entre 1199 e 1216) e a do tirânico xerife local. Mas os turistas que fotografam o túmulo do arqueiro (gravado em inglês arcaico e datado de 1247) só podem estar certos de levar para casa o suvenir e uma suposição. A lápide foi erguida no século 18, baseada no marco construído no ponto onde teria caído a última flecha disparada pelo herói agonizante, vítima da traição da prima, madre superiora do antigo convento de Kirklees.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma versão da trama é narrada em As Aventuras de Robin Hood (1883), escrito e ilustrado por Howard Pyle. Doente, o arqueiro procurou tratamento médico contra uma febre persistente. A freira, porém, aplicou-lhe uma sangria fatal, interessada em agradar ao rei... João. Como assim? O monarca não morreu em 1216, três décadas antes? Sim, morreu, e de forma bem pior que seu arqui-inimigo: definhou com disenteria.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Além do bosque em Dewsbury, há várias teses distintas sobre o local da sepultura, a terra natal ou a real identidade de Robin. É por essas e muitas outras que rastrear as pegadas do fora da lei mais amado da literatura pode ser um feito comparável a suas incríveis e ousadas peripécias.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mais de meio milênio após as primeiras citações conhecidas a seu nome, é inegável o fascínio que Robin Hood ainda provoca. Seja como metáfora para identificar medidas de redistribuição de renda (a exemplo da pretendida taxação sobre transações financeiras internacionais para abastecer países subdesenvolvidos, o imposto Robin Hood), seja para apelidar iniciativas de banditismo social, como a do hacker da Letônia que, em fevereiro, vazou informações sobre os valores dos bônus pagos a executivos de seu país. Ou seja ainda porque a lenda volta às telas em maio, com Russell Crowe como protagonista e direção de Riddley Scott. O filme se junta a uma lista que ultrapassa 80 produções para cinema e TV baseadas nas vidas supostas e imaginárias do herói. Vidas paralelas que - esqueça as leis da geometria - muitas vezes se cruzam.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;O homem e a lenda&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As primeiras pistas sobre o arqueiro indicam que seu nome, originalmente, referia-se mais a um arquétipo que a um sujeito em especial. Segundo o historiador James Clarke Holt, um dos maiores especialistas no medievo britânico, variações como "Robehod", "Hobehod", ou "Robert Hod, fugitivo" aparecem nos registros legais de algumas comunidades inglesas, em diferentes partes do país, já na primeira metade do século 13. Holt sustenta que isso indicaria o uso da figura para descrever comportamento criminal. Num desses registros, na documentação de Yorkshire referente a 1225/1226, Robert Hod é identificado como um inquilino do arcebispo de York, a quem devia dinheiro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na literatura, Robin foi citado inicialmente em 1377, no poema Piers Plowman, de William Langland. Trata-se de menção curta. Ele só vira protagonista na balada Robin Hood and the Monk ("Robin Hood e o monge"), de 1450, já com o xerife de Nottingham como rival imediato e ambientada em Sherwood. O primeiro registro impresso preservado data de 1475: a coleção de histórias The Adventures of Robyn Hode ("As aventuras de Robyn Hode"), que delineia seu comportamento heroico. Nas contas das crônicas medievais, da tradição oral e escrita, o bando do arqueiro tinha um efetivo de 20 a 140 homens, com destaque para João Pequeno (seu mais fiel companheiro, de quase 2 metros de altura) e o frei Tuck, um padre bonachão e rebelde. O grupo foi se juntando aos poucos. Ele próprio, segundo uma das versões recorrentes, caiu na contravenção quase por acaso. Aos 18 anos, saiu da cidade natal de Loxsley para atender a um concurso de arco e flecha promovido pelo xerife de Nottingham. O prêmio: um barril de cerveja. Eis que na trilha encontrou 15 guardas florestais comendo e bebendo. "Ora, moleque, o leite da tua mãe mal secou em teus lábios e queres te colocar com arqueiros valentes nos campos de Nottingham, tu, que mal és capaz de esticar a corda de um arco de dois tostões?" À provocação do guarda, ele respondeu com um desafio. Receberia 20 moedas se acertasse um cervo a mais de 250 metros de distância. Os oficiais aceitaram a aposta e, estupefatos, assistiram-no atingir o alvo. O mais ébrio do destacamento, porém, se recusou a quitar a dívida e tentou eliminar Robin com uma flechada pelas costas. Ele respondeu com outra, esta mortal. A partir daí, aplicava sua própria lei na floresta. Bom, isso segundo a narrativa adocicada de Howard Pyle do fim do século 19. Em textos anteriores, não sobra um guarda sequer para contar a história.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nas antigas descrições, Robin aparece ora ao lado dos comparsas, ora sozinho na mata. Varia de comportamento e tática, alternando-se entre bandido cruel (capaz de decapitar os inimigos e exibir as cabeças como troféus) e astuto. Para Stephen Knight, historiador da Universidade de Cardiff, há sentido por trás dessas contradições. "Quando falamos em Robin Hood, não estamos nos referindo apenas a um homem, mas sim a mais de 600 anos de desenvolvimento de conceitos e sentimentos. Ele representa ideais utópicos de justiça e liberdade. É uma construção social, um mito. Inventado e reinventado ao longo dos séculos", diz o autor de Robin Hood: a Mythic Biography ("Robin Hood: uma biografia mítica"). As narrativas que pintam o arqueiro mais agressivo são resultado de um contexto social turbulento. A Inglaterra do século 14 é marcada pela devastação causada pela Peste Negra e pelo ônus da Guerra dos Cem anos contra a França. Havia ainda tensões internas devido ao crescente descontentamento com as condições de servidão feudal, o que resultaria na Revolta dos Camponeses (1381), principal insurreição inglesa. O estopim foi a criação de um novo imposto de 5 centavos de moeda por cabeça.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No século 16, porém, o perfil de Robin passa por uma espécie de suavização. Ele aparece nas crônicas como um nobre (barão) desterrado e renegado defendendo o poder de Ricardo Coração de Leão (que reinou entre 1189 e 1199) do usurpador príncipe João (quando seguiu para lutar na Terceira Cruzada, Ricardo deixou o irmão no comando de condados como Nottinghamshire). O arqueiro vira um bandido conservador - vítima dos abusos do xerife local e do príncipe, que lhe cassaram direitos -, que defendia a estrutura tradicional de poder. "A partir do século 17 surgem representações intercaladas e mesmo versões com um Robin pós-Reforma, inimigo da Igreja. O mais interessante é que ele se tornara um símbolo em momentos de opressão popular promovidos por reis absolutistas e nobres inescrupulosos ou resultado das agruras do capitalismo", afirma Knight.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A fama do arqueiro, inclusive, parece proporcional ao descontentamento do povo. Thomas Hahn, professor da Universidade de Rochester e um dos fundadores da Associação Internacional de Estudos sobre Robin Hood, insiste que a popularidade do personagem cresce no mesmo ritmo que a frustração da massa com a vida na sociedade capitalista. A lenda, diz ele, passa por um boom nos séculos 16 e 17, nos primórdios do sistema de acumulação de capitais. A difusão da imprensa de Gutenberg ajuda a alimentar o fenômeno: em 1601, havia pelo menos 200 menções ao fora da lei em poemas, contos e peças.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nesse período, os agricultores enfrentavam o "fechamento" dos campos, cercados para reforçar a produção de lã, que se transformara no principal produto exportado pelos ingleses - e que formaria os alicerces da Revolução Industrial, em meados do século 18. Uma horda de sem-terra se misturava com outra sofrendo com o aumento dos aluguéis rurais, o que levou a uma série de minirrevoltas agrárias justamente nos séculos 16 e 17.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Patriota&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://imgur.com/ifBqk.jpg" imageanchor="1" linkindex="77" style="clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="200" src="http://imgur.com/ifBqk.jpg" width="168" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;Louis Rhead. Cada conto aumentou um ponto ao longo de muito tempo. A inclusão de Lady Marian, por exemplo, a amada do arqueiro, é tardia. Ela surge em antologias de cantigas populares publicadas por volta de 1750, na forma de uma espadachim valente, e não da dama submissa da literatura do período vitoriano. Também no século 19, Robin Hood ganha contornos patrióticos. Torna-se personagem de Ivanhoé (1819), metido nas birras entre saxões e normandos (pendendo para a tradição anglo-saxônica) na trama ambientada no fim do século 12. O romance do escocês Walter Scott reacendeu o interesse dos britânicos pelo período e criou uma "nova vida" para o arqueiro. "O apelo de Robin Hood vem de desejos primários por justiça e igualdade. Embora tal utopia tenha origens na Idade Média, ela é ampla e profunda o suficiente para povoar a imaginação de indivíduos de todas as épocas e lugares. No geral, ela representa posições anti-hierárquicas. É uma fantasia baseada no escapismo", diz Hahn.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De volta às origens, então. Na Inglaterra medieval, era melhor sonhar que cumprir as árduas e longas jornadas de trabalho no campo. Havia ainda os caprichos dos senhores feudais ou do soberano da vez (somadas as citações e referências históricas, o fora da lei teria atuado sob pelo menos cinco monarcas diferentes). Entre todos, a personificação do mal é João I. Não só porque tentou puxar o tapete do irmão. Sofreu derrotas militares e se envolveu numa desastrada queda de braço com Roma, o que resultou em prejuízos financeiros compensados com aumentos de impostos. Já o protótipo de rei justo, por quem Robin a certa altura admite até abandonar a marginalidade (e lutar na cruzada), é Ricardo I. Mas, na verdade, ele tentou destronar o pai e nem inglês falava.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por si sós as florestas tentavam a imaginação popular. Estavam legalmente reservadas às caçadas da realeza. A punição para invasores incluía castigos como mutilações. Bastava ser flagrado perto de animais. Natural, então, que houvesse extremo ressentimento contra o código florestal e certa adoração àqueles capazes de burlar o sistema. As matas, claro, eram refúgio preferencial de bandidos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estudiosos encontram fontes de inspiração para o arqueiro nas histórias de alguns fora da lei e figuras históricas (veja a partir da pág. 30) como William Wallace, herói escocês, ex-proprietário de terras que seria um dos líderes da 1a Guerra de Independência (1296-1328). Há comparações desde o século 15. "São semelhanças fabulosas. Wallace e Robin, por exemplo, vestem-se de mulher para escapar dos inimigos numa de suas aventuras. Ambos roubavam e matavam nas estradas e lutavam contra o imperialismo inglês. Uma pista está na idealização de Robin como alguém disposto a brigar contra um rei usurpador, atrás de unidade nacional, o que tem muito mais a ver com a realidade medieval escocesa que a inglesa", diz Knight.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Desconstruindo o benfeitor&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em busca do Robin de carne e osso, historiadores também questionaram as faces do mito. No ano passado, o acadêmico australiano Julian Luxford contestou o bom-mocismo do arqueiro. Examinando um volume do Polychronichon (uma enciclopédia de história e teologia com origens no século 14), ele deparou com anotações de rodapé feitas por um monge católico sugerindo que o fora da lei e seu bando não eram queridos entre os pobres e oprimidos. Até porque também seriam suas vítimas, não apenas os ricos. "Em vez de citar o herói revolucionário que conhecemos, a inscrição (veja na pág. 32) fala em como um fora da lei chamado Robin Hood infestava Sherwood e outras áreas da Inglaterra [há quem diga que ele agia também na floresta de Barnsdale] com seus asseclas. Trata-se da primeira referência histórica real livre de folclore. A literatura original a respeito dele não tem menções sobre roubar dos ricos para dar aos pobres, fala de um ladrão trabalhando em causa própria", diz Luxford.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De fato, o bandido só começa a ser descrito como altruísta na trova de 1475 ("As Aventuras de Robyn Hode"). Nela, Robin empresta dinheiro a um cavaleiro em desgraça, depois promete premiar o próximo viajante que passar caso seja pobre. Também se recusa a roubar dos mais humildes. Mas seu discurso não revela indignação contra o sistema draconiano de impostos ou contra a falta de justiça social. "Há registros de que mais de um Robin existiu, mas tampouco há evidência de que ele ou eles tenham sido mais que meros mortais, longe da lenda construída na imaginação popular", afirma Luxford. Sua descoberta alimenta ainda o debate cronológico. A anotação do monge trata do período entre 1294 e 1299, o que sugere que o bandido teria atuado durante o reinado de Eduardo I (1239-1307), não sob Ricardo ou João.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A escassez de lastro histórico dá espaço a teses como a do historiador John Paul Davis. Ele acaba de publicar um livro sustentando que Sherwood foi escolhida por Robin e seu bando como morada porque eles seriam templários. Viviam escondidos para se proteger da determinação papal de exterminar os membros da ordem de cavalheiros que caíra em desgraça depois de se transformar numa poderosa organização militar. Os templários foram dissolvidos no início do século 14 e o então monarca inglês, Eduardo II, não costumava persegui-los como os colegas do continente. Para Davis, o arqueiro era mais sofisticado que um bandido comum. "A perseguição aos templários fez com que milhares de homens se transformassem em fugitivos da noite para o dia. Conformavam-se em viver nos bosques da Inglaterra e, lá, mantinham o senso de organização militar e de orientação para o bem dos cavalheiros", diz o historiador. O revisionismo não poupou as preferências sexuais do herói. Tony Scupham-Bilton, historiador e ativista gay inglês, causou celeuma, em setembro, ao sugerir que o arqueiro teria sido inspirado em John Clawoe, poeta que lutou na Guerra dos Cem anos e namorou o colega William Neville. Para Tony, há pistas de homossexualidade no fato de o bando viver na floresta, isolado de mulheres.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"O simples fato de ainda haver estudos sobre Robin é mais relevante que a discussão sobre o que é falso ou verdadeiro. Os nomes dele e do rei Arthur são os únicos de existência histórica não-comprovada que estão no dicionário biográfico da Universidade de Oxford", afirma Luxford. Para Stephen Knight, a autenticidade está justamente na dúvida: "Ele não precisa ter sido de carne e osso. Sua sobrevivência como construção cultural que resistiu por séculos lhe garante existência. Nesse sentido, Robin Hood vive". E como.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;"Assim que o galo começou a cantar&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;O dia começou a raiar&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;O xerife encontrou o carcereiro morto&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;E mandou tocar o sino da cidade"&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;"O xerife mandou vasculhar Nottingham&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;Tanto as ruas quanto os becos&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;E Robin estava na feliz Sherwood&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;Tão despreocupado quanto uma folha na árvore"&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;"Robin Hood e o monge"&lt;/b&gt; (1450) balada anônima.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;"Por volta dessa época, de acordo com a opinião popular, um certo fora da lei de nome Robin Hood, com seus cúmplices, infestava Sherwood e outras partes da Inglaterra com seus frequentes roubos"&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Anotação monástica do século 14, parte da enciclopédia Polychronicum&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;"Aqui sob esta lápide / Jaz Robert, barão de Huntingtun&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;Nenhum arqueiro foi tão bom quanto ele / Chamavam-no Robin Hood&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;Fora da lei como ele e seus homens / A Inglaterra jamais verá outra vez"&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Inscrição na lápide do século 18, mas datada de 1247&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;As faces de Robin&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Figuras reais que inspiraram o mito&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Hereward, o Exilado&lt;/b&gt; (1035-1072)&lt;br /&gt;Líder anglo-saxão da resistência contra a invasão normanda da Inglaterra. Teria sido o maior articulador da oposição popular a William, o Conquistador, enfrentando com sucesso as tropas do rei até se exilar depois da derrota. Em Ivanhoé, Robin também se opõe aos normandos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Eustácio, o Monge&lt;/b&gt; (1170-1217)&lt;br /&gt;Religioso que trocou o hábito pela vida como mercenário e agente duplo. Ajudou o rei João I antes de apoiar a revolta de barões contra o monarca e oferecer seus serviços aos franceses. Como Robin, liberava as vítimas de seus assaltos que diziam a verdade sobre suas posses.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Fulk Fitzwarin&lt;/b&gt; ( ?-1258)&lt;br /&gt;Aristocrata que teria se tornado fora da lei depois de perder título de nobreza e terras por causa de rusgas com o rei João, com quem conviveu na infância. Segundo reza a tradição, Fitzwarin vive como bandoleiro, escondido na mata, até recuperar suas posses. Em 1295 ganharia um título de barão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;William Wallace&lt;/b&gt; (1272-1305)&lt;br /&gt;Herói nacional escocês, famoso por comandar a vitória sobre os ingleses na Batalha de Stirling Bridge, em 1297, parte das Guerras de Independência da Escócia. Após a derrota na Batalha de Falkirk (1298), viveu como fugitivo e também se disfarçava, a exemplo de Robin, mas acabou capturado e executado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Xerife de cerimônias&lt;br /&gt;O cargo que ocupava o arqui-inimigo do arqueiro sobrevive até hoje&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nada expressa mais o conceito de ironia: em meio à mitologia cercando Robin Hood, o único personagem de existência comprovada, além dos reis Ricardo, João, Eduardo I etc., é justamente o maior rival do arqueiro, o xerife de Nottingham. Embora tenha perdido atribuições e poder desde a Idade Média, o cargo sobrevive em pleno século 21.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O xerife, porém, acrescenta mistério à lenda. A figura do responsável pela manutenção da ordem nos condados ingleses (e de cuja lista de tarefas fazia parte a coleta de impostos e aluguéis) tem origem no século 11, mas a cidade de Nottingham só passou a ter xerife a partir de 1449. Eram dois, na realidade. E foi assim até 1835. Os condados tinham um representante do prefeito (eleito indiretamente ou biônico) e outro da comunidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ambas as partes eram adeptas da filosofia de que apenas o medo de punições severas seria suficiente para impor o respeito à lei, o que, na Inglaterra, prevaleceu até meados do século 19. Mas se os arquivos do sistema judiciário revelam, porém, que já em 1835, um garoto de 13 anos foi enforcado por ter roubado roupas da casa onde trabalhava como empregado, imagine a realidade na Inglaterra medieval. Atrasos no pagamento de impostos (em moeda ou bens) eram puníveis com castigos corporais. Não por acaso, a instituição de um novo tributo foi uma das causas da Revolta dos Camponeses (1381), em que hordas deles invadiram escritórios dos condados para queimar arquivos de contabilidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Xerifes estavam longe de ser santos e há registros de que, no século 12, os monarcas britânicos investigavam denúncias de corrupção e enriquecimento ilícito por parte dos ocupantes do posto. E se Nottingham ganhou um xerife oficial apenas no século 15, historiadores lembram que o condado de Nottinghamshire contava com um, o que certamente ajudou a criar a figura de um vilão para as aventuras de Robin Hood.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando a monarquia britânica foi relegada a um papel simbólico, os xerifes foram gradativamente defenestrados. Nottingham, por causa do arqueiro, é uma das raras exceções. Seu xerife serve como garoto-propaganda para o turismo; volta e meia participa de convenções e outros eventos para atrair visitantes, como receber grupos de jornalistas internacionais à capital.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Até a inauguração de lojas na cidade costumam contar com o homem da lei como atração, invariavelmente no traje negro imortalizado no cinema. "Na verdade, passa-se boa parte do tempo explicando que, apesar da má fama de alguns antecessores, os xerifes são pacíficos e do bem. Temos um compromisso com a promoção de Nottingham", diz Ali Asghar, que ocupou o cargo entre 2002 e 2003. O titular do posto, porém, ainda precisa zelar pela ordem. Leon Unczur, xerife atual, no ano passado ameaçou multar quem desobedecesse à proibição de alimentar os gansos selvagens que habitam um dos parques da cidade. No caso do estômago delicado das aves, alimentos processados poderiam ter o mesmo efeito que flechadas dos fora da lei.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Saiba mais&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;LIVROS&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;Robin Hood, James Clark Holt, Thames &amp;amp; Hudson, 1982&lt;br /&gt;Sem edição no Brasil, ainda é o melhor ponto de partida para conhecer o assunto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Robin Hood: A Mythic Biography. Stephen T. Night, Four Courts Press, 2005&lt;br /&gt;Essencial para entender a formação do mito, também sem tradução.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As Aventuras de Robin Hood, Howard Pyle, Martin Claret, 2009&lt;br /&gt;Uma das últimas edições no Brasil. Tem ilustrações originais do autor, do fim do século 19.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;SITES&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.boldoutlaw.com/" linkindex="78"&gt;www.boldoutlaw.com&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Portal de aficionados. Tem várias informações sobre o debate histórico em torno do herói.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.lib.rochester.edu/camelot/rh/rhhome.htm" linkindex="79"&gt;www.lib.rochester.edu/camelot/rh/rhhome.htm&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;A Universidade de Rochester (EUA) mantém um projeto de estudos sobre Robin e outros bandidos medievais. Aqui é possível conhecer as baladas originais em inglês arcaico.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://historia.abril.com.br/gente/busca-robin-hood-565163.shtml" linkindex="80"&gt;Aventuras na História&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3999956337848775236-377835432559846596?l=spaceonne.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://spaceonne.blogspot.com/feeds/377835432559846596/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://spaceonne.blogspot.com/2010/10/em-busca-de-robin-hood.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3999956337848775236/posts/default/377835432559846596'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3999956337848775236/posts/default/377835432559846596'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://spaceonne.blogspot.com/2010/10/em-busca-de-robin-hood.html' title='Em busca de Robin Hood'/><author><name>Fernanda</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_yMn1j1_rNs4/TDTKfBv-WFI/AAAAAAAABdw/e-SI9f-H0UY/S220/AIbEiAIAAABDCPi20-ac143nTSILdmNhcmRfcGhvdG8qKDI1Njk4NzZjNmNlMmQ4NWE0ZmNlYjc3NTA1Nzk2ZWYxZmI0ZjdkYjUwAWbEQvrnV0HdQYW4vHnVKjs1KP2q.jpeg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3999956337848775236.post-8035027981004554857</id><published>2010-10-19T12:03:00.000-07:00</published><updated>2010-10-22T12:11:20.078-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='wonderfulthings'/><title type='text'>Tutankhamón, la tumba y sus tesoros</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://imgur.com/sAvqv.jpg" imageanchor="1" linkindex="41" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="150" src="http://imgur.com/sAvqv.jpg" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;Eis uma exposição que eu adoraria ver em terras brasilis. :)&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De 21 de maio a 17 de outubro, o pavilhão número 12 da Casa de Campo de Madrid acolhe a exposição que reproduz de forma exata a câmara funerária de Tutankhamon, o famoso faraó egípcio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;Em novembro de 1922, Howard Carter encontrou a câmara funerária de Tutankhamon. Ao abri-la, como si fosse uma boneca russa, apareceu uma segunda câmara, que continha uma terceira e que por sua vez guardava um sarcófago. Dentro dele havia outro sarcófago e em seu interior um terceiro com incrustações coloridas. Dentro, deste&amp;nbsp; o verdadeiro, que continha a múmia do faraó com sua famosa máscara.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cem artesão egípcios fabricaram réplicas exatas de mais de mil objetos que o egiptólogo britânico Howard Carter descobriu na tumba de Tutankhamon e as converteram nesta exposição. Tratam-se de joias, cofres, objetos de culto, esculturas de deuses, o trono do faraó e a famosa máscara mortuária de ouro que permaneceram ocultos durante mais de três mil anos e cuja reconstrução e exibição custaram cinco milhões de euros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Foram reproduzidas três das quatro câmaras desta tumba, a única que até o momento havia sido encontrada sem ser profanada. O resultado é que os visitantes da exposição Tutankhamon, a tumba e seus tesouros podem contemplar o tesouro funerário exatamente como estava no momento de seu descobrimento. Uma visão que, além de Carter, Carnavon e seus trabalhadores, somente uns poucos privilegiados que visitaram a escavação nos anos 20 tiveram o privilégio de admirar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A exposição também apresenta elementos "modernos" como uma radiografia de seu crânio, ou uma tomografia da múmia com uma recreação de como poderia ter sido seu aspecto e rosto em vida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.muyinteresante.es/tutankhamon-la-tumba-y-sus-tesoros" linkindex="42"&gt;http://www.muyinteresante.es/tutankhamon-la-tumba-y-sus-tesoros&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3999956337848775236-8035027981004554857?l=spaceonne.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://spaceonne.blogspot.com/feeds/8035027981004554857/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://spaceonne.blogspot.com/2010/10/tutankhamon-la-tumba-y-sus-tesoros_19.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3999956337848775236/posts/default/8035027981004554857'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3999956337848775236/posts/default/8035027981004554857'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://spaceonne.blogspot.com/2010/10/tutankhamon-la-tumba-y-sus-tesoros_19.html' title='Tutankhamón, la tumba y sus tesoros'/><author><name>Fernanda</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_yMn1j1_rNs4/TDTKfBv-WFI/AAAAAAAABdw/e-SI9f-H0UY/S220/AIbEiAIAAABDCPi20-ac143nTSILdmNhcmRfcGhvdG8qKDI1Njk4NzZjNmNlMmQ4NWE0ZmNlYjc3NTA1Nzk2ZWYxZmI0ZjdkYjUwAWbEQvrnV0HdQYW4vHnVKjs1KP2q.jpeg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3999956337848775236.post-6104730165311051835</id><published>2010-10-19T11:46:00.000-07:00</published><updated>2010-10-19T12:10:06.061-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='wonderfulthings'/><title type='text'>Tutankhamón - La tumba y sus tesoros [Apresentação]</title><content type='html'>&lt;embed allowfullscreen="true" allowscriptaccess="always" flashvars="first_video_id=vintage69:video:66&amp;amp;base_uri=multiply.com&amp;amp;is_owned=1&amp;amp;security=geiz0uBVKKzBT%2BxHV4WP1g" height="490" quality="high" sap="flash" src="http://images.multiply.com/multiply/multv.swf" type="application/x-shockwave-flash" width="620" wmode="transparent"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3999956337848775236-6104730165311051835?l=spaceonne.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://spaceonne.blogspot.com/feeds/6104730165311051835/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://spaceonne.blogspot.com/2010/10/tutankhamon-la-tumba-y-sus-tesoros.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3999956337848775236/posts/default/6104730165311051835'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3999956337848775236/posts/default/6104730165311051835'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://spaceonne.blogspot.com/2010/10/tutankhamon-la-tumba-y-sus-tesoros.html' title='Tutankhamón - La tumba y sus tesoros [Apresentação]'/><author><name>Fernanda</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_yMn1j1_rNs4/TDTKfBv-WFI/AAAAAAAABdw/e-SI9f-H0UY/S220/AIbEiAIAAABDCPi20-ac143nTSILdmNhcmRfcGhvdG8qKDI1Njk4NzZjNmNlMmQ4NWE0ZmNlYjc3NTA1Nzk2ZWYxZmI0ZjdkYjUwAWbEQvrnV0HdQYW4vHnVKjs1KP2q.jpeg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3999956337848775236.post-7943300909896729201</id><published>2010-10-18T23:39:00.000-07:00</published><updated>2010-10-18T23:46:26.056-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='wonderfulthings'/><title type='text'>ARQUITECTURA EGIPCIA</title><content type='html'>&lt;object width="620" height="490"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/zlj6qG-nCQ8?fs=1&amp;amp;hl=pt_BR&amp;amp;rel=0&amp;amp;color1=0x2b405b&amp;amp;color2=0x6b8ab6"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/zlj6qG-nCQ8?fs=1&amp;amp;hl=pt_BR&amp;amp;rel=0&amp;amp;color1=0x2b405b&amp;amp;color2=0x6b8ab6" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="620" height="490"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3999956337848775236-7943300909896729201?l=spaceonne.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://spaceonne.blogspot.com/feeds/7943300909896729201/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://spaceonne.blogspot.com/2010/10/arquitectura-egipcia.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3999956337848775236/posts/default/7943300909896729201'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3999956337848775236/posts/default/7943300909896729201'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://spaceonne.blogspot.com/2010/10/arquitectura-egipcia.html' title='ARQUITECTURA EGIPCIA'/><author><name>Fernanda</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_yMn1j1_rNs4/TDTKfBv-WFI/AAAAAAAABdw/e-SI9f-H0UY/S220/AIbEiAIAAABDCPi20-ac143nTSILdmNhcmRfcGhvdG8qKDI1Njk4NzZjNmNlMmQ4NWE0ZmNlYjc3NTA1Nzk2ZWYxZmI0ZjdkYjUwAWbEQvrnV0HdQYW4vHnVKjs1KP2q.jpeg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3999956337848775236.post-7553216618873813846</id><published>2010-10-18T22:38:00.000-07:00</published><updated>2010-10-18T22:44:22.165-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='wonderfulthings'/><title type='text'>La era de los ladrones: a la caza de tesoros en Egipto</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://imgur.com/bVfba.png" imageanchor="1" linkindex="17" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="200" src="http://imgur.com/bVfba.png" width="140" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;Napoleón había abandonado Egipto  con el sabor amargo de la derrota, pero incluso con parte de los tesoros en manos británicas, los objetivos científicos, que es la parte que nos interesa, se habían cumplido. Las tierras de los faraones, envueltas en capas y más capas de mitificaciones que habían deformado su verdadera historia, empezaban a ofrecer muestras materiales que podían ser estudiadas por los eruditos europeos. Eran los comienzos de la Egiptología científica, aunque no fueron del todo brillantes. En el Viejo Continente, los interesados en adquirir piezas comenzaron a mirar las tierras egipcias con ojos ávidos. ¿Pero era un simple interés por la venta de piezas para colecciones privadas? Ni mucho menos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;Acompañando este problema crónico –que sigue siendo un quebradero de cabeza para las fuerzas de policía e instituciones culturales actuales- se encontraba la pretensión de mostrar públicamente la grandeza de cada nación a través de los monumentos. Ya desde el siglo XVIII las reordenaciones urbanísticas empezaron a desarrollarse en las grandes ciudades europeas, pero las expansiones coloniales le añadieron nuevos matices. Al igual que en la Roma de la Antigüedad, mostrar elementos de otras culturas como estatuas u obeliscos era una manera de reflejar el poder del Estado y la extensión de sus dominios.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Lamentablemente la Arqueología del siglo XIX vivió, al menos en gran parte, bajo ese sello, que un gran arqueólogo llamado Glynn Daniel calificó de “colonial”. Europa no solo pretendía ser avanzada por estudiarse a sí misma, sino que era la única región capaz de sacar al resto del mundo de las tinieblas del olvido. Pero lo más grave es que para conseguir piezas interesantes –evidentemente los objetos que no eran “de calidad” apenas merecían atención- a los gobiernos europeos no les importaban los métodos, en ocasiones destructivos para los yacimientos. Querían piezas “bonitas” –la Arqueología seguía lastrada por una visión anticuarista- y de gran tamaño, siendo Egipto una auténtica cantera.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cuando los franceses quedaron entre dos fuegos, con los británicos por el Norte –cortándoles la retirada- y los egipcios rodeándoles, un oficial turco llegado de la zona europea acaudilló a las fuerzas turcas consiguiendo la victoria final. Este hombre era Mehmet Alí (1769-1849), para muchos el padre del Egipto moderno. Como oficial había ido ganando puesto en una fulgurante carrera militar mas ésta se vio coronada con la expulsión de los soldados de Napoleón del Nilo. Mehmet se convirtió en el héroe libertador, por lo que se ganó el apoyo de los poderes egipcios, encumbrándole como nuevo gobernador o virrey –“valí” en su lengua- y recibiendo el reconocimiento del sultán Selim III en 1805.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Después de acabar con la resistencia de los mamelucos, elite guerrera y política en el país, emprendió la modernización y reforma nacional, quizá con miras a conseguir un Egipto independiente de Constantinopla. Para ello necesitaba de la ayuda extranjera y por ello comenzó a desarrollar una política de apertura hacia las potencias que pudieran ofrecerle conocimientos y maquinaria, siempre a cambio de concesiones comerciales –Egipto seguía siendo un paso intermedio para la navegación hacia la India sin circunnavegar África- y con el tiempo arqueológicas con los “firmanes” o autorizaciones de excavación y recolección de piezas. Los diferentes cónsules que llegaron a la región procuraron llevarse unos buenos recuerdos a sus países natales, formando grandes colecciones que nutrieron a los grandes museos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Giovanni Anastasi, cónsul de Suecia y Noruega en 1828, fue uno de los primeros que empezaron a formar colecciones que resultaron de enorme valor para el desarrollo de la Egiptología al incluir objetos que no eran solamente escultóricos o “de lujo”, ejemplificado en el “Papiro de Ipuwer” –Papiro Leiden I 344 del Museo Nacional de Antigüedades de Dinamarca-. Sin embargo la rivalidad franco-británica fue de nuevo la protagonista de esta “Era de los cónsules”, polarizada en Bernardino Drovetti por la parte gala y en Henry Salt en la opuesta. El primero era natural del Piamonte pero se alistó en el ejército francés y llegó a alcanzar cierto reconocimiento sirviendo bajo las órdenes de Murat.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;En 1803 fue enviado a Egipto como vicecónsul y siete años después ya era el cónsul general. Su buen hacer con Mehmet Alí le ganó unos cuantos “firmanes” para excavar y reunir piezas, algo con lo que llegó a ganarse la vida cuando los Borbones regresaron al trono de Francia. Algo curioso de él es que siempre que podía supervisaba personalmente los trabajos y se desplazaba a donde hiciera falta, aunque no por ello dejó de usar agentes como Jean-Jacques Rifaud. Acumulaba objetos en el consulado hasta que consideraba que tenía suficientes para formar una colección. Una de ellas, consistente en más de mil piezas entre esculturas, epígrafes y objetos metálicos, fue adquirida en 1824 por Carlos-Félix, rey de Piamonte, para nutrir el Museo de Turín –hoy día uno de los mejores del mundo en el campo de la Egiptología-. La venta fue tan lucrativa que Drovetti repetiría con el rey Carlos X en 1827 y con Guillermo Federico IV de Prusia en 1836. Comenzaba una “insana” rivalidad por poseer el mejor patrimonio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Si para el lector, la personalidad de Drovetti debería clasificarse como propia de un ladrón, todavía le queda por conocer la de Henry Salt. El comienzo de la carrera “arqueológica” de este inglés consistió en seguir la estela su competidor, más experimentado y mejor relacionado. Pero su astucia, su cultura –poseía una buena formación, siendo pintor y naturalista de cierto peso en sus días- y alguna que otra ayuda –como su agente heleno Athanasi “Yanni”- le hicieron reducir la distancia. Desde su llegada en 1816 hasta 1818 su depredación le permite ofrecer al British Museum una primera colección que la institución le compra por 2.000 libras esterlinas, un precio ridículo que apenas le renta. Salt, disgustado por semejante “desprecio” de sus compatriotas aparta el sarcófago de alabastro de Seti I y lo vende a un particular llamado Soane. Sin perder ánimo por las enormes posibilidades que ofrecía el negocio, seis años después volvió a intentar conseguir el patrocinio del British, mas es rechazado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Parece ser que Champollion, que ya había aconsejado a Carlos X adquirir la segunda colección Drovetti, convenció a su monarca de que los más de 4.000 objetos egipcios eran muy interesantes –incluyendo dos grandes esfinges de granito. En 1826, el rey pagaba a Salt 10.000 libras esterlinas para engrosar las, ya de por sí patentes, arcas arqueológicas del Louvre. Sin estar satisfecho del todo, el cónsul británico, reuniría un tercer conjunto de 1.083 piezas que envía a Europa, más no se vende, y además de forma fragmentada, hasta después de su muerte en 1827. Y si antes he destacado a Yanni como uno de sus principales cazatesoros, no sería justo terminar estas líneas sin mencionar a otro de sus grandes hombres de campo: Belzoni. ¿Que qué hizo este caballero? Eso lo veremos la semana que viene.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3999956337848775236-7553216618873813846?l=spaceonne.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://spaceonne.blogspot.com/feeds/7553216618873813846/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://spaceonne.blogspot.com/2010/10/era-dos-ladroes-caca-de-um-tesouro-no.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3999956337848775236/posts/default/7553216618873813846'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3999956337848775236/posts/default/7553216618873813846'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://spaceonne.blogspot.com/2010/10/era-dos-ladroes-caca-de-um-tesouro-no.html' title='La era de los ladrones: a la caza de tesoros en Egipto'/><author><name>Fernanda</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_yMn1j1_rNs4/TDTKfBv-WFI/AAAAAAAABdw/e-SI9f-H0UY/S220/AIbEiAIAAABDCPi20-ac143nTSILdmNhcmRfcGhvdG8qKDI1Njk4NzZjNmNlMmQ4NWE0ZmNlYjc3NTA1Nzk2ZWYxZmI0ZjdkYjUwAWbEQvrnV0HdQYW4vHnVKjs1KP2q.jpeg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3999956337848775236.post-5793589028995387848</id><published>2010-10-17T14:52:00.000-07:00</published><updated>2010-10-18T20:33:36.243-07:00</updated><title type='text'>JOURNEY</title><content type='html'>&lt;div style="font-family: inherit;"&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_53bXuy76XFA/TLtyXOuoI-I/AAAAAAAADK0/vTJDfmzgBFM/s1600/Revelation+g.jpeg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="182" src="http://2.bp.blogspot.com/_53bXuy76XFA/TLtyXOuoI-I/AAAAAAAADK0/vTJDfmzgBFM/s200/Revelation+g.jpeg" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;Vida longa e próspera ao novo blog, bem como à equipe e seus seguidores! Para o início desta jornada - quem sabe um recomeço - trago a história de uma banda que ressurgiu, contrariando as expectativas negativas, de modo surpreendente. Uma história que, aliás, me foi contada pela fundadora deste blog, a Fê, a postada originalmente no blog O Planeta é Nosso! há uns dois meses. Abraço a todos.&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: inherit;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: inherit;"&gt;Thintosecco&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;/div&gt;É, me descupem, mas neste fim-de-semana o saudosismo dos anos 80 tomou conta do blog. Mas em breve os velhos filmes, a ficção científica e assuntos afins retornarão ao planeta, não se preocupem.&lt;br /&gt;&lt;div style="font-family: inherit;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: inherit;"&gt;Mas esses dias fui surpreendido por minha mana com a seguinte notícia: "Sabe qual é a banda antiga que voltou? O Journey." Fiquei intrigado. E me deu uma certa saudade. Vocês conhecem a expressão "cuspir no prato que comeu". Pois me dei conta que fiz isso com essa banda e outras da mesma época.&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: inherit;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: inherit;"&gt;Explicando, vou voltar um pouco na história do rock, até a segunda metade dos anos 1970, quando o rock mais elaborado e experimentalista, que recebeu o rótulo de Progressivo, começou a perder espaço (e qualidade, admito...).&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: inherit;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; font-family: inherit; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_53bXuy76XFA/TLtytDrxTWI/AAAAAAAADK8/opzt4l0HfHE/s1600/Kansas.jpeg" imageanchor="1" style="clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="195" src="http://3.bp.blogspot.com/_53bXuy76XFA/TLtytDrxTWI/AAAAAAAADK8/opzt4l0HfHE/s200/Kansas.jpeg" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: inherit;"&gt;Foi então que diversos grupos migraram daquela vertente em direção ao pop/rock. No geral, esses grupos produziram músicas marcadas pelo instrumental mais ou menos rico e ligeriamente pesado, alidado a letras simples e românticas. Em seguida surgiu na crítica o rótulo Rock Arena, do qual nunca ouvi uma definição clara, mas que pode servir para indicar esse pop/rock com pitadas de progressivo e heavy metal.&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: inherit;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: inherit;"&gt;Estou falando sobre bandas como o Kansas (os autores de Dust In The Wind), Asia (formado por respeitáveis ex-membros de bandas progressivas como Yes e Emerson Lake &amp;amp; Palmer ) Toto (de Rosana e Africa, acho que pode ser incluído), Survivor (todo mundo gosta de Eye Of The Tiger...) e, entre outros, o Journey.&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: inherit;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: inherit;"&gt;Essas bandas tinham outros detalhes em comum, especialmente aqui no Brasil. Suas músicas serviam de trilha para aqueles velhos comerciais do cigarro Hollywood, com imagens de esportes radicais e gente bonita na praia. Sabem, eu era adolescente e curtia aqueles comercias (e nem por isso me tornei fumante) e passei a curtir também as respectivas bandas, antes de passar a ouvir o rock "de responsa", tipo Pink Floyd ou Led Zeppelin.&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: inherit;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; font-family: inherit; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_53bXuy76XFA/TLty9lLSyTI/AAAAAAAADLE/UYdkeHZjWLk/s1600/Asia.jpeg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="200" src="http://2.bp.blogspot.com/_53bXuy76XFA/TLty9lLSyTI/AAAAAAAADLE/UYdkeHZjWLk/s200/Asia.jpeg" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: inherit;"&gt;De certa forma, ouvir bandas como o Journey e cia. serviu como uma ponte para depois ouvir os grandes dinossauros do rock. Só que passei a renegar tais bandas como comerciais, vendidas. Injusto, no caso.&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: inherit;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: inherit;"&gt;E quanto ao retorno do Journey? Bem, eu não ouvia falar nessa banda desde o final dos anos 80, depois da saída do vocalista Steve Perry. Começou então o entra-e-sai-da-banda, que não emplacou mais. Parece que o Steve Perry tentou voltar, já nos anos 2000, mas a saúde não ajudou.&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: inherit;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: inherit;"&gt;Foi então que o improvável aconteceu. Sem jamais desistir de encontrar outro bom singer para a banda, em 2008 o guitarrista Neal Schon resolver arriscar a sorte na internet.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_53bXuy76XFA/TLtzOzXU74I/AAAAAAAADLM/dp4Q_pdHgbI/s1600/New+Journey.jpeg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="212" src="http://1.bp.blogspot.com/_53bXuy76XFA/TLtzOzXU74I/AAAAAAAADLM/dp4Q_pdHgbI/s320/New+Journey.jpeg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="font-family: inherit;"&gt;Durante vários dias, passou horas navegando no You Tube. E descobriu a existência de uma banda cover em Hong Kong, cujo vocalista pareceu-lhe até "cantar bem demais para ser verdade", mas entrou em contato pelo próprio You Tube. Do outro lado do mundo, o até então desconhecido vocalista filipino Arnel Pineda a princípio não acreditou no contato, mas por insistência de um amigo, que lhe advertiu que poderia estar disperdiçando a chance de sua vida, acabou respondendo o convite. Era verdade.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;object height="385" width="620"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/SqL1t_vbI6s?fs=1&amp;amp;hl=pt_BR&amp;amp;color1=0x006699&amp;amp;color2=0x54abd6"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/SqL1t_vbI6s?fs=1&amp;amp;hl=pt_BR&amp;amp;color1=0x006699&amp;amp;color2=0x54abd6" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="620" height="385"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="font-family: inherit;"&gt;Com Pineda, o Journey lançou o álbum Revelation e, em pleno 2010, quase 30 anos depois de seu auge, parece de volta aos tempos dos comerciais do Hollywood! Podem conferir nos vídeos aí. Uma história surpreendente e que curiosamente remete ao título do maior sucesso da banda: "Don't Stop Believing".&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: inherit;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: inherit;"&gt;A verdade é que o Journey não é uma banda de primeira, porém não pode ser chamado de descartável. Provou o contrário.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;object height="385" width="620"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/dpU2W4pRnIM?fs=1&amp;amp;hl=pt_BR&amp;amp;color1=0x006699&amp;amp;color2=0x54abd6"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/dpU2W4pRnIM?fs=1&amp;amp;hl=pt_BR&amp;amp;color1=0x006699&amp;amp;color2=0x54abd6" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="620" height="385"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;object height="385" width="620"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/pE4DzxvEYCo?fs=1&amp;amp;hl=pt_BR&amp;amp;color1=0x006699&amp;amp;color2=0x54abd6"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/pE4DzxvEYCo?fs=1&amp;amp;hl=pt_BR&amp;amp;color1=0x006699&amp;amp;color2=0x54abd6" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="620" height="385"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="font-family: inherit;"&gt;Link:&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: inherit;"&gt;&lt;a href="http://dontstopbelievinblog.blogspot.com/"&gt;http://dontstopbelievinblog.blogspot.com/&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3999956337848775236-5793589028995387848?l=spaceonne.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://spaceonne.blogspot.com/feeds/5793589028995387848/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://spaceonne.blogspot.com/2010/10/journey.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3999956337848775236/posts/default/5793589028995387848'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3999956337848775236/posts/default/5793589028995387848'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://spaceonne.blogspot.com/2010/10/journey.html' title='JOURNEY'/><author><name>Taiguara e Viviane</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_53bXuy76XFA/SeKDWCeM0FI/AAAAAAAACNs/cb8eCGlEIvY/S220/Dr+Brown_Tioguara.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_53bXuy76XFA/TLtyXOuoI-I/AAAAAAAADK0/vTJDfmzgBFM/s72-c/Revelation+g.jpeg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3999956337848775236.post-4680148202491373372</id><published>2010-10-17T07:41:00.000-07:00</published><updated>2010-10-19T12:14:27.100-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='voxsideralis'/><title type='text'>Filmes romanticos e suas trilhas sonoras maravilhosas...</title><content type='html'>&lt;div style="font-family: inherit;"&gt;Para relembrar... Jerry Maguire. Filme fenomenal com uma trilha sonora impecável de Bruce Springsteen's: &lt;i&gt;Secret Garden&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;object width="620" height="490"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/Lx_x6jMCxAY?fs=1&amp;amp;hl=pt_BR&amp;amp;rel=0&amp;amp;color1=0x2b405b&amp;amp;color2=0x6b8ab6"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/Lx_x6jMCxAY?fs=1&amp;amp;hl=pt_BR&amp;amp;rel=0&amp;amp;color1=0x2b405b&amp;amp;color2=0x6b8ab6" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="620" height="490"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center" style="font-family: inherit;"&gt;Ótimo domingo para vocês!&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3999956337848775236-4680148202491373372?l=spaceonne.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://spaceonne.blogspot.com/feeds/4680148202491373372/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://spaceonne.blogspot.com/2010/10/filmes-romanticos-e-suas-trilhas.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3999956337848775236/posts/default/4680148202491373372'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3999956337848775236/posts/default/4680148202491373372'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://spaceonne.blogspot.com/2010/10/filmes-romanticos-e-suas-trilhas.html' title='Filmes romanticos e suas trilhas sonoras maravilhosas...'/><author><name>Mings</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09467395697299163555</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='28' src='http://1.bp.blogspot.com/-Mwmb_ZiPqxs/Tt4tIUKTmgI/AAAAAAAABWM/1hZ8bJg2lII/s220/perfil_foto5.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3999956337848775236.post-954603905253156413</id><published>2010-10-15T04:29:00.000-07:00</published><updated>2010-10-18T23:43:09.439-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='voxsideralis'/><title type='text'>Quando partires...</title><content type='html'>&lt;div style="font-family: inherit;"&gt;Quando partires em direção a Ítaca,&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: inherit;"&gt;que a tua jornada seja longa&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: inherit;"&gt;repleta de aventuras, plena de conhecimento.&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: inherit;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: inherit;"&gt;Não temas Laestrigones e Ciclopes nem o furioso Poseidon&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: inherit;"&gt;não irás encontrá-los no caminho, se o pensamento estiver elevado,&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: inherit;"&gt;se a emoção jamais abandonar o teu corpo e o teu espírito.&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: inherit;"&gt;Laestrigones e Ciclopes e o furioso Poseidon&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: inherit;"&gt;não estarão no teu caminho&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: inherit;"&gt;se não os levares na tua alma,&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: inherit;"&gt;se a tua alma não os colocar diante dos teus passos.&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: inherit;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;Espero que a tua estrada seja longa.&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: inherit;"&gt;Que sejam muitas as manhãs de Verão,&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: inherit;"&gt;que o prazer de ver os primeiros portos&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: inherit;"&gt;traga alegria nunca vista.&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: inherit;"&gt;Procura visitar os empórios da Fenícia&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: inherit;"&gt;recolhe o que há de melhor.&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: inherit;"&gt;Vai às cidades do Egito,&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: inherit;"&gt;aprende com o povo que tem tanto a ensinar.&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: inherit;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: inherit;"&gt;Não percas Ítaca de vista,&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: inherit;"&gt;pois chegar lá é o teu destino.&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: inherit;"&gt;Mas não apresses os teus passos;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: inherit;"&gt;é melhor que a jornada dure muitos anos&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: inherit;"&gt;e o teu barco só ancore na ilha&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: inherit;"&gt;quando já estiveres enriquecido&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: inherit;"&gt;com o que conheceste no caminho.&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: inherit;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: inherit;"&gt;Não esperes que Ítaca te dê mais riquezas.&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: inherit;"&gt;Ítaca já deu uma bela viagem;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: inherit;"&gt;sem Ítaca jamais terias partido.&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: inherit;"&gt;Ela já te deu tudo, e nada mais te pode dar.&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: inherit;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: inherit;"&gt;Se, no final, achares que Ítaca é pobre,&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: inherit;"&gt;não penses que ela te enganou.&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: inherit;"&gt;Porque te tornaste um sábio, viveste uma vida intensa,&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: inherit;"&gt;e este é o significado de Ítaca.&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: inherit;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: inherit;"&gt;Poema da autoria de Konstantinos Kavafis&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3999956337848775236-954603905253156413?l=spaceonne.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://spaceonne.blogspot.com/feeds/954603905253156413/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://spaceonne.blogspot.com/2010/10/quando-partires.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3999956337848775236/posts/default/954603905253156413'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3999956337848775236/posts/default/954603905253156413'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://spaceonne.blogspot.com/2010/10/quando-partires.html' title='Quando partires...'/><author><name>Mings</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09467395697299163555</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='28' src='http://1.bp.blogspot.com/-Mwmb_ZiPqxs/Tt4tIUKTmgI/AAAAAAAABWM/1hZ8bJg2lII/s220/perfil_foto5.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3999956337848775236.post-4280420066066743669</id><published>2010-10-14T01:34:00.000-07:00</published><updated>2010-10-19T14:06:37.636-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='31frames'/><title type='text'>O Chocante Caso de Fatty Arbuckle</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://imgur.com/zmdcC.jpg" imageanchor="1" linkindex="37" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="200" src="http://imgur.com/zmdcC.jpg" width="163" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: inherit;"&gt;Para muitas pessoas Hollywood é sinónimo de escândalos. Uma noção cimentada desde o inicio do século por situações que envolveram actores e outros elementos do mundo das estrelas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://imgur.com/tZOBo.jpg" imageanchor="1" linkindex="38" style="clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://imgur.com/tZOBo.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: inherit;"&gt;Um dos mais trágico remonta a 1921 e envolveu o popular actor de filmes mudos cómicos Roscoe “Fatty” Arbuckle, que foi acusado da violação e assassinato da jovem aspirante a estrela Virginia Rappe (com 27 anos) durante uma festa no Hotel St. Francis, em  San Francisco.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://imgur.com/05PEK.jpg" imageanchor="1" linkindex="39" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="http://imgur.com/05PEK.jpg" width="187" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;O caso teve uma repercussão mediática gigantesca, e apesar de “Fatty” ter sido absolvido ao terceiro julgamento nunca conseguiu recuperar os favores do público – numa época em que o cinema mudo entrava em declinio -  e apesar de ter sido uma das maiores estrelas da sua geração, hoje em dia poucos conhecem o seu nome, que ficou para sempre associado a este caso escabroso.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="font-family: inherit;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: inherit;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: inherit;"&gt;Ostracizado pelos mesmos que o levaram ao topo do sucesso  e que não hesitaram em condená-lo, levando a que os poucos trabalhos que conseguiu na Meca do cinema fossem desempenhados sob um nome diferente. Um dos poucos que lhe estendeu a mão  foi Buster Keaton, oferecendo-lhe alguns trabalhos e dinheiro, talvez como reconhecimento ao homem que  lhe deu as primeiras oportunidades no negócio das estrelas. &lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: inherit;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: inherit;"&gt;Dependente do álcool e arruinado, Roscoe morreu em 1933 de ataque cardíaco.&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: inherit;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: inherit;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: inherit;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: inherit;"&gt;Algumas das manchetes em jornais da época:&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://imgur.com/1Td5O.jpg" imageanchor="1" linkindex="40" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://imgur.com/1Td5O.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://imgur.com/sunQd.jpg" imageanchor="1" linkindex="41" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://imgur.com/sunQd.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://imgur.com/NStNA.jpg" imageanchor="1" linkindex="42" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://imgur.com/NStNA.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="font-family: inherit;"&gt;Mais informação sobre o caso e sobre a vida e carreira de Roscoe Arbuckle:&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: inherit;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: inherit;"&gt;&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Fatty_Arbuckle" linkindex="43"&gt;Fatty Arbuckle (Wikipédia)&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: inherit;"&gt;&lt;a href="http://www.trutv.com/library/crime/notorious_murders/classics/fatty_arbuckle/1.html" linkindex="44"&gt;Fatty Arbuckle and the death of Virginia Rappe (Em inglês)&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: inherit;"&gt;&lt;a href="http://www.time.com/time/2007/crimes/4.html" linkindex="45"&gt;The Fatty Arbuckle Scandal (Em inglês)&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: inherit;"&gt;&lt;a href="http://silent-movies.com/Arbucklemania/home.html" linkindex="46"&gt;Arbucklemania (Em inglês)&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: inherit;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: inherit;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: inherit;"&gt;NOTA: Artigo publicado originalmente&amp;nbsp;em Maio de 2010&amp;nbsp;no blog "&lt;a href="http://cine31.blogspot.com/2010/05/o-caso-fatty-arbuckle.html" linkindex="47"&gt;CINE31&lt;/a&gt;".&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3999956337848775236-4280420066066743669?l=spaceonne.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://spaceonne.blogspot.com/feeds/4280420066066743669/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://spaceonne.blogspot.com/2010/10/o-chocante-caso-de-fatty-arbuckle.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3999956337848775236/posts/default/4280420066066743669'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3999956337848775236/posts/default/4280420066066743669'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://spaceonne.blogspot.com/2010/10/o-chocante-caso-de-fatty-arbuckle.html' title='O Chocante Caso de Fatty Arbuckle'/><author><name>CINE31</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='25' src='http://2.bp.blogspot.com/-wxgg1mwD1Z8/Te9hm2RZInI/AAAAAAAAE60/qz-dco1HeoU/s220/c31banner6anivsquare04.png'/></author><thr:total>0</thr:total></entry></feed>
